CRÍTICA WALL STREET – O DINHEIRO NUNCA DORME

-->5-->Melodrama familiar carregado-->Daniel Schenker-->Oli v er Stone re visita o mundo em - presarial, yuppie, em -->W all Str eet – O dinheir o nunca dorme -->e propicia uma refle xão sobre o tempo. Não traça e xa - tamente uma comparação entre o con - te xto de 2010 e o do f im da década de 80, quando apresentou o primeiro -->Wa l l S t re e t -->(1987), que le v a v a o subtítulo de -->Poder e cobiça -->, mas contrapõe presente e passado. O contraste é simbolizado pelo personagem Louis Zabel (Frank Langella), v eterano do mercado f i nan - ceiro: “Sou um v elho dinossauro. Um bando de máquinas me dizendo o que f azer”, e xclama, re v e lando não só des - contentamento como um profundo de - sajuste em relação aos dias que correm. Esta também é, em parte, a sensação de Gordon Gekk o, protagonista no v amen - te interpretado por Michael Douglas, que sai da prisão disposto a retomar seu lugar de magnata. “Não se trata de dinheiro. É o jogo, a competição entre as pessoas”, sintetiza Gekk o. Ao longo de pouco mais de duas horas de pro - jeção, Gekk o tra v a embate passional com Jak e Moore (Shia LaBeouf), jo - v em ambicioso, mas ético. Ambos di - v er gem sobre conduta moral num f ilme que carre ga um pouco na mensagem (nas f alas de Jak e com a mãe, papel de Susan Sarandon, referentes a idealismo e v ocação), no melodrama f a miliar e nos diálogos repletos de jar gões.