CRÍTICA GENTE GRANDE

-->5-->Humor dá lugar a moralismo enfadonho-->Divulgação-->LEMBRANÇAS -->– Cinco amigos se diver tem, no fim de semana, com histórias do passado-->Eduar do Fr ota-->O time de comediantes que estrela -->Gente grande -->não é uma unanimidade. O capitão é Adam Sandler , que também assina o roteiro. O escrete é completado por Rob Schneider , Chris Rock, Da vid Spade e K e vin James. O f ilme mostra o reencontro entre amigos que forma v am um time de basquete na infância. Anos mais tarde, por causa da morte do antigo treinador , os cinco v oltam a uma casa no lago, onde comemoraram no passado um campeonato para espalhar as cinzas do -->coach -->. Ao lado de suas f amílias, o f im de semana se transforma em uma lição de vida, quase uma terapia de grupo, repleta de altos e baixos. Im- possív el não comparar o esforço do personagem de Sandler com o de pro- tagonistas de outras produções que tam- bém recorreram ao tema, como o Clark Grisw old (Che vy Chase) de -->Férias frustadas -->ou o Chet Riple y (John Candy) de -->As grandes férias -->. Durante boa parte de -->Gente grande -->, os hu - moristas apro v eitam para desf ilar um repertório e xtenso de piadas rápidas, como em um número de comédia em pé. Há sequências di v ertidas, ainda que politicamente corretas demais. O problema é quando o apelo f amiliar começa a ganhar contornos dramá - ticos mais fortes. O f ilme deixa de ter graça e dá lugar ao típico e enf adonho moralismo hollyw oodiano. Das coi - sas positi v as, destaque para a ligeira participação do ótimo Ste v e Bus - cemi, que, mesmo não sendo um comediante de ofício, rouba a cena.