Contracena

-->Macksen Luizmacksenrgmail.com-->T udo nesta montagem em car- taz na Ar ena do Espaço Sesc, em Copaca bana, é mar cado por am- bição por demais modesta, a co- meçar pelo te xto de Daniela P e - r eir a de Car v alho . Nesta vinheta dr amática, que par ece ter sido escrita com v erificação dos últi- mos eflúvios adolescentes da au- tor a, três irmãos vi v em situações algo a bsur das. Entr e insin uações incestuosas, f ortunas per didas e delir antes decisões vingati v as, o trio , com a participação de uma quarta per sonagem, se v este de super -heróis par a se vingar , de modo juv enil, daqueles que con- sider am inimigos. Inconsistente como dr amatur gia e com tipos esquemáticos, a nar - r ati v a está mais próxima do banal do que de e v entual ritmo de his - tória em quadrinhos de ação . Os apar entemente perigosos jo gos do trio pós-adolescente, que par ece es - tar em constante luta contr a a au - toridade dos adultos, não passam de brigas entr e irmãos, que n unca atingem aquele ponto em que se atribui aos conflitos mais do que a sua mer a e xibição . A montagem de P edr o Nesc hling tem o mérito de não complicar aqui - lo que, por si só, é bastante simples. Ou seria simplório? Com despoja - mento minimalista, que se estende à ceno g r afia – uma banqueta que se desdobr a em ar cos – e aos demais elementos da cena, os 55 min utos de dur ação são a medida das pos --->>>Ficha teatral-->Marisa Or th, atriz de “O infer no sou eu”, que estr eia semana que vem-->Como rea giu ao v er teatro pela primeira v ez? -->– Minha mãe me le v ou ao teatr o inf antil. A peça se c hama v a -->O g i- gante -->. A c hei lindo , incrív el e só não gostei de encontr ar os ator es suados no hall do teatr o e de per - ce ber que as barrigas er am f alsas e que as mocinhas não er am tão bonitas, a maquiagem r ac hada, e pensei: ‘quando eu fiz er , não v ai ter essa de esper ar no hall’. -->O que a le v ou à carreira? -->– Desde que nasci eu ac ho , tinha essa certeza: ser ei atriz. Ac ha v a que todo m undo queria ser ator , ac ha v a que er a mentir a que al - guém quisesse de v er dade ser v e - terinário . Ac ho que f oi a incrív el paixão que meus pais sempr e ti - v er am por cultur a em ger al. Mi - nha mãe sempr e amou o teatr o . -->O que a mantém nela? -->– O pr az er e a desconfiança de que não sei f az er nada além disso . P os - so f az er tele visão , cinema, con - v enções, mas é no teatr o que me sinto melhor ando como pessoa e como atriz. -->Diretor? -->– Aquele que não tem medo de mim, que desconsider a minhas r e - sistências e que me dribla. -->Ator? -->– O humilde e com boa v oz. -->Atriz? -->– A humilde e com boa v oz. -->A melhor plateia? -->A que pr esta atenção , pagante, e que v ai par a assistir , e não par a julgar. -->A pior? -->– A dos espetáculos pré-pagos, que não pedir am par a vê-lo . -->Espetáculos inesquecív eis. -->– -->Sona ta Kr eutzer -->, com Luís Me- lo , -->Como enc her um biquíni sel- va g e m -->, com a Claudia Jimenez, -->Os sete afluentes do rio Ota -->, -->Vi v e r sem tempos mortos -->, com F ernan- da Monteneg r o , -->Na carr eir a do divino -->, te xto de Car los Sofr e- dini, e o inesquecív el -->T rat e - m e leão -->, do g rupo Asdrúbal T r ouxe o T r ombone. -->O descartáv el? -->O vison voador -->. -->O que é transitório e permanen- te no palco? -->P ermanente é o ator . O palco está onde o ator está. T r ansitório é todo o r esto , o te xto inclusi v e. -->Qual o v erdadeiro jo go do tea- tro? -->Ainda estou tentando descobrir , mas ac ho que o v er dadeir o jo go é igual à brincadeir a de criança: fin - ge que eu sou a m ãe e v ocê finge que é o pai. -->Como o teatro se f az possív el na atualidade? -->Com o de sempr e: garr a, v ontade, car a de pau e, atualmente , in - felizmente, com patr ocínio .-->Cenas cur tas-->sibilidades do tempo cênico e do alcance do fio dr amático . O elenco – Ale xandr e V ar ella, Car ol P ortes, P edr o Osório e V itória F r ate – se integ r a, em inter pr etações r otinei - r as, ao modesto enquadr amento desta encenação de título longo e ingen uamente pr o v ocati v o .-->A biografia -->musicada sobr e a atriz e cantora alemã, -->Marlene Dietrich – As per nas do século -->, escrita por Aimar Labaki e com dir eção de William Per eira, estr eia dia 30 no Solar de Botafogo, em Botafogo. No papel titulo, Sylvia Bandeira, ao lado de José Maur o Brant, Mar ciah Luna Cabral e Silvio Fer rari. No r eper tório da montagem, as canções que Marlene interpr etou ao longo da car r eira, algumas delas cantadas em por tuguês, com versões de Nelson Ascher e Aldir Blanc. -->Com estr eia -->pr evista para 15 de outubr o, no T e atr o Ginástico, o primeir o texto teatral de Ar thur Xexéo, -->A gar ota do biquíni ver m elho -->, tem dir eção de Marília Pêra, e Regiane Alves, Ther eza Amayo, Rica Bar r os e Ricar d o Graça Melo, no elenco. A peça biografa a vida da atriz Sonia Mamede, que par ticipou de vários filmes da Atlântida e desenvolveu car r eira de comediante na televisão. Segundo Xexéo, “Sonia Mamede era uma das maior e s comediantes brasileiras, uma atriz intuitiva”.-->A Festa Internacional do T eatr o de Angra dos Reis -->, a Fita 2010. que acontece na cidade fluminense, a par tir de sábado até 17 de outubr o, tem 11 estr eias do total de 55 espetáculos que par ticipam da mostra. Entr e as novidades, estão -->Gimba -->, de Giafrancesco Guar nieri, com dir eção de Caíque Botkay , -->Mor dendo os lábios -->, texto, música e dir eção de Hamilton V a z Per eira, e -->O incrível segr edo da mulher macaco -->, texto e dir eção de Saulo Sisnando, com o mesmo gr upo de -->O sur to -->. Pela primeira vez, a Fita terá pr emiação para os melhor e s.-->Ingenuamente provocativo-->Com dramatur gia inconsistente, os aparentemente perigosos jogos dos adolescentes não passam de brigas entr e ir mãosDivulgação-->SIMPLES OU SIMPLÓRIO? -->– O quar teto de ator es tem interpr etações “r otineiras”