Imprensa está decepcionada com organização da JMJ

Não é nada boa a relação entre a imprensa nacional e estrangeira com a organização da Jornada Mundial da Juventude. A chiadeira entre os jornalistas é geral. Na quinta-feira (25), muitos não conseguiram localizar a entrada da imprensa para cobrir a cerimônia do papa Francisco no palco armado na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio.

Os que conseguiram achar, tiveram que bater boca com funcionários que faziam barreira para poder entrar, tamanha a desorganização. Lá dentro, não havia comida quente para comprar, com todos tendo que trabalhar por horas a base de batata Ruffles, Doritos e refrigerante.

Não havia frutas. Nem café, já que a máquina estava quebrada. Carros de reportagem de emissoras, mesmo com adesivo de "Trânsito Livre" e enormes logotipos das TVs, foram barrados na porta do Túnel Novo, fazendo as equipes seguirem - com equipamentos pesados - a Avenida Princesa Isabel a pé.

Foram credenciados, ao todo, 5 mil jornalistas para o evento.