Duas visões sobre a greve do funcionalismo

Alguns empresários declararam apoio a Dilma na questão da greve dos servidores. O presidente da Fiat é um deles. Cledorvino Belini, acredita que, com a redução dos juros, os funcionários públicos viram as chances de impor sua agenda de pleitos. Em sua opinião, os servidores perceberam um espaço no orçamento e querem, agora, obter vitórias até de forma abusiva.

Para o empresário Jorge Gerdau, o debate em torno das paralisações das categorias federais virou uma “guerra de reivindicações”. Por sua vez, os servidores da União, que representam 22 categorias com os maiores salários do funcionalismo federal, estão céticos com o governo e prometem paralisação geral a partir do dia 20 por tempo indeterminado. 

Se necessário, garantem, prometem ultrapassar 31 de agosto, data-limite para que seja enviado projeto ao congresso com as reivindicações salariais.