Campinas vive debandada de companhias aéreas

Está naufragando a intenção de fazer do aeroporto de Campinas, no interior de São Paulo, um centro de voos internacionais alternativo ao lotado aeroporto de Guarulhos.

Primeiro, a uruguaia Pluna suspendeu seus voos para Montevidéu. Agora é a vez da portuguesa Tap interromper, em outubro, seus três voos semanais para Lisboa.

A - justa - alegação da empresa aérea para tirar o voo se deve ao fato de o aeroporto não ter espaço para uma sala vip para passageiros da classe executiva, não há também freeshop nem banheiros suficientes. Ou seja, infraestrutura péssima.

O novo consórcio que arrematou o terminal ainda não assumiu a gestão, mas terá muito trabalho pela frente.