IPHAN quer regras mais rígidas para controlar leilões

Mais rigor

A superintendência do Iphan  estuda um modo de fazer  com que os colecionadores registrem os seus acervos no Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional, para que haja um maior controle sobre a compra e venda de obras de arte de valor histórico. 

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Hoje, os leilões de obras de arte já estão sendo obrigados a encaminhar ao órgão a relação dos bens, principalmente de arte sacra, que serão apregoados. 

Pensa-se também em estender ao acervo das igrejas, e não apenas aos prédios, o tombamento do bem. 

O problema é que as Irmandades têm total domínio sobre os acervos que estão sob os seus domínios (Ordem Terceira, Candelária, Santa Cruz dos Militares, etc.).