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Fla busca milagre para continuar sonhando

Obsessão da diretoria, Libertadores sempre foi desafio para o rubro-negro

Jornal do Brasil MAURICIO FONSECA, mauricio.fonseca@jb.com.br

Se pedissem no início da temporada à diretoria do Flamengo para escolher um título para conquistar em 2018, a Copa Libertadores certamente seria a escolhida. A competição continental se tornou um obsessão para os rubro-negros depois de três eliminações seguidas na fase de grupos. Amanhã, o clube precisa de um milagre para continuar sonhando. Está à beira de ser eliminado nas oitavas depois de perder por 2 a 0 para o Cruzeiro, no Maracanã, no jogo de ida.

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Vitinho treina na academia. O jogador, que ainda está devendo, deve enfrentar o Cruzeiro. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo.

Para atingir às quartas, o que aconteceu pela última vez em 2010, o Flamengo precisa vencer, pelo menos, por 2 a 0, para levar a decisão para os pênaltis. O problema é que última vez que o Cruzeiro perdeu no Mineirão na Libertadores por dois gols ou mais de diferenças foi em maio de 2015. Na ocasião, foi derrotado por 3 a 0 pelo River Plate da Argentina e acabou eliminado nas quartas de final.

Esta é a 14ª participação do Flamengo na Libertadores. Foi campeão logo na primeira, em 1981 e, depois disso, chegou à semifinal duas vezes (1982 e 1984), quando o sistema de disputa era diferente. e por três oportunidades alcançou as quartas de final – 91/93/2010. Na última vez, caiu para a Universidad de Chile, após eliminar o Corinthians nas oitavas.

Em 2007 e 2008 ocorreram duas eliminações nas oitavas que ficaram dolorosamente marcadas na histórias rubro-negra. Na primeira, perdeu a vaga nas quartas para o modesto Defensor, do Uruguai. No ano seguinte, o maior vexame do Flamengo na Libertadores: perdeu por 3 a 0 para o América do México, no Masracanã.



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