Jornal do Brasil

Domingo, 21 de Setembro de 2014

País - Sociedade Aberta

Sexualidade humana 

Sergio Sebold*

Uma agenda que está pegando no mundo inteiro de propostas produzidas pela TV, em conta-gotas, através de novelas (principalmente), e outras formas de dissuasão (publicidade, shows  etc) é a questão do homossexualismo, dando-se como causa ganha para esta nova proposta de viver e conviver.  A discussão continua aberta; pesquisas e mais pesquisas estão sendo desenvolvidas para justificar este novo tipo de comportamento sexual, tanto do ponto de vista antropológico e social como moral e aspectos da fisiologia  humana. A mais recente se refere à ideologia de gênero, propondo que a questão de tendência sexual é mais um conceito social do que um conceito meramente anatômico; ninguém nasce homem ou mulher, sendo um condicionamento meramente cultural. Nesta esteira de raciocínios absurdos há várias pesquisas sobre o comportamento homossexual e seus resultados. 

Não temos espaço suficiente para entrarmos na profundeza desta temática, mas pesquisas empíricas demonstraram que cada lado, meninos e meninas, demonstra estarem contente com seu estado natural. É evidente que num universo estatístico confiável haverá alguns casos não favoráveis, cujas causas poderão  ser as mais diversas, desde a falência da família até aspetos da alimentação, diante de uma indústria alimentícia sem escrúpulo carregada de hormônios de crescimento, afetando toda a composição hormonal do corpo humano. 

Em países que se consideram mais adiantados na cultura da Agenda Gay, já se pronunciaram estatísticas sobre os efeitos de longo prazo do fenômeno de troca de sexo. Segundo o jornal The Irish Times, uma pesquisa demonstrou que 78% das pessoas que fizeram transferência de sexo (transgêneros)  pensaram em se suicidar e 44% tentaram ao menos uma vez suicidar-se efetivamente. Este estudo segundo o jornal foi patrocinado pela própria comunidade “trans” da Irlanda. Daí sua insuspeitabilidade. 

Segundo a mesma pesquisa, entre as causas apontadas pelas tendências suicidas figura o “estresse extremo” suportado pelo individuo em ostentar um sexo que não é seu natural. Isto reforça que a sexualidade é intrínseca ao ser humano em função de sua anatomia fisiológica e hormonal e não uma mera opção cultural.Acresce a isto a pressão familiar pelo horror com que vê seus filhos procurarem essa opção. Gera também os efeitos da incerteza psicológica que acompanharão estes indivíduos pelo resta da vida. 

Em diversos países da Europa já se detectou que um dos fatores que têm induzido à prática do suicídio foi justamente a prática desta mudança anatômica de gênero.  Enquanto outros países apresentam os sintomas desastrados em políticas de gênero, não dá para entender que o nosso queira entrar nesta agora. Sempre na contramão da história. 

* Sergio Sebold, economista, é professor. - sebold@terra.com.br  

Tags: aberta, coluna, sebold, Sergio, Sociedade

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