Jornal do Brasil

Terça-feira, 22 de Julho de 2014

País - Sociedade Aberta

Aço revolucionário

Janine Brito *

O ano começou promissor para o mercado de aço brasileiro. Números do Instituto Aço Brasil mostram que foram comercializados 1,8 milhão de toneladas de produtos em fevereiro de 2014, o que representa uma evolução de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram produzidos 1,7 milhão.

Nacionalmente, o consumo aparente de produtos siderúrgicos no segundo mês do ano foi de 2 milhões de toneladas, totalizando 4,1 milhões em 2014. Esses valores representaram alta de 4,8% e 3,2%.

Certamente, é uma notícia agradável para as empresas que trabalham com este insumo no dia a dia. O primeiro passo é entender que o crescimento beneficia quem sabe investir. A concepção dos gestores, por sua vez, vem se adequando, de forma crescente, ao conceito moderno que envolve produtos de última geração. O corte e dobra do aço, por exemplo, é um novo segmento em expansão no mercado. Sendo que a principal vantagem é a redução dos gastos finais com aço em até 10%.

Entretanto, as lojas precisaram elevar o custo de alguns materiais – o vergalhão subiu, em média, 38% no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2013, na Cooperativa de Compras da Construção Civil (Coopercon/DF) – para acompanhar o avanço da indústria, o que implica diretamente no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que registrou um aumento de aproximadamente 24%. A Siderúrgica prevê ainda um acréscimo de 8% a partir de 1º de junho.

O aço tem agradado a arquitetos e consumidores por conta do perfeito acabamento, praticidade e potencial decorativo. Outros fatores como a versatilidade, leveza, resistência e durabilidade acabam sendo a preferência dos clientes. Com tanta demanda, arquitetos e engenheiros estão aderindo cada vez mais a essa novidade.  

* Janine Brito é diretora executiva da Ferragens Pinheiro.

 

Tags: aberta, brito, coluna, janine, Sociedade

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