Jornal do Brasil

Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

Rio

Vereadores constatam melhorias no Parque Radical Deodoro, apesar de problemas

Agência Brasil

Os vereadores da Câmara Municipal do Rio de Janeiro Fernando Michel (PSDB) , Italo Ciba (PT do B) e Prof. Célio Luppareli (DEM) visitaram o Parque Radical de Deodoro, na zona oeste, nesta sexta-feira (18) e constataram melhorias na entrega de estruturas esportivas à população. No entanto, para eles, que integram a Comissão de Esportes e Lazer  da casa legislativa, as promessas de legado olímpico após os Jogos Rio 2016 estão longe de serem cumpridas.

A comissão ainda encontrou problemas na estrutura, como a água esverdeada e sem tratamento na piscina em que foram disputadas as provas olímpicas de canoagem slalom, e as rachaduras na pista de ciclismo BMX (esporte mais conhecido como bicicross). Porém, os vereadores reconheceram que a prefeitura destravou medidas urgentes de manutenção da área de 500 mil metros quadrados.

Reabertura do parque

A subsecretária de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro, Patrícia Amorim, disse que estão em andamento as melhorias no parque, como por exemplo um contrato emergencial para a piscina. O compromisso, afirmou, é abrir a estrutura ao público em setembro. “Há muito o que fazer, não temos tanto que comemorar, mas é importante formalizar que avançamos”, disse a Patrícia, que é ex-atleta.

O vereador Italo Ciba avaliou que, em relação à primeira visita, o parque melhorou "50%"."Estamos vendo que, realmente, o troço está começando a funcionar", disse . "Como vimos lá atrás, tem muita coisa [a ser feita], mas pelo menos estamos vendo boa vontade da subsecretária [de Esportes e Lazer] e do prefeito [Marcelo Crivella]", que assumiram este ano, completou o vereador.

A abertura do Parque Radical está prevista para 21 de setembro. "Primeiro dia da primavera e Dia da Árvore. É simbólico abrir um parque esse dia", avaliou a subsecretária.

A ideia é iniciar com aulas de natação e hidroginástica e com lazer aos finais de semana. A ampliação das atividades depende da licitação da administração da unidade, que custa R$ 750 mil mensais. O processo está em curso. “Se ficarmos esperando, o equipamento vai deteriorando, a não utilização não contribui, vira um enorme problema”, reconheceu Patrícia.

A Guarda Municipal faz a segurança do local, que chegou a ser invadido após a inauguração, em dezembro de 2015, para uso das piscinas quando o Rio registrava temperatura de 40º. Em dezembro do ano passado, antes de ser fechado, o parque recebia cerca de 6 mil pessoas por dia, aos finais de semana.

Tags: camara, esporte, municipio, parque, rio

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