Jornal do Brasil

Sábado, 25 de Outubro de 2014

Rio

Professores do Rio fazem assembleia sobre continuidade da greve

Agência Brasil

Os professores das redes estadual e municipal do Rio, em greve desde o dia 12 de maio, fazem assembleia-geral hoje (5), a partir das 11h, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio. “O indicativo é de continuidade da greve, com nova assembleia no dia 13, mas alguns núcleos de regionais apresentaram a proposta de assembleia nos dias 10, 11 e 12. Então, embora tenha a proposta do dia 13, as outras serão apresentadas”, disse, em entrevista à Agência Brasil, a coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, Geza Corrêa.

Segundo ela, a categoria está preocupada com o fato de a presidenta do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), desembargadora Leila Mariano, ainda não ter dado a resposta sobre uma nova audiência entre os representantes dos governos estadual e municipal e dos professores e funcionários da educação, conforme ficou acertado no encontro entre as partes realizado na terça-feira (3) no TJRJ. “O medo da categoria é que nada vai funcionar a partir do dia 12, nem a Assembleia Legislativa”, disse.

Na assembleia-geral de hoje, os professores vão avaliar a proposta feita pelo governo do estado de encaminhar até o dia 30 deste mês à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto de lei definindo o percentual de reajuste para os professores. Essa proposta  foi apresentada na audiência de terça-feira. Geza Corrêa explicou que o prazo é porque o governador Luiz Fernando Pezão, por questão da legislação eleitoral, só pode encaminhar à Alerj o projeto com reajuste para a categoria até o dia 2 de julho.

Entre as reivindicações, estão reajuste salarial de 20%, que entraria em vigor na data-base em maio, que não sejam descontados os dias parados e a adoção de 30 horas para a carga horária dos funcionários em educação.

Tags: educação, ensino, greve, paralisação, Rio

Compartilhe:

Postar um comentário

Faça login ou assine para comentar.