Jornal do Brasil

Terça-feira, 2 de Setembro de 2014

Rio

Secretaria de Administração Penitenciária apura sumiço armas no Rio

Agência Brasil

O desaparecimento de 250 armas do Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, nos últimos dois anos está em investigação na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, que informou hoje (4) que abriu um processo administrativo disciplinar (PAD). O PAD está em fase de instrução na comissão permanente de inquérito administrativo da pasta.

O sumiço dos armamentos foi noticiado hoje pelo jornal O Dia, que informou que a descoberta do problema se deu quando a responsabilidade de controlar o depósito bélico passou do agente penitenciário Jorge da Silva Perrote para o agente Márcio Luis dos Anjos Rocha. Segundo o jornal, os agentes não estavam respeitando uma determinação de dezembro de 2012 que patronizava os procedimentos de registro na hora de retirar uma arma.

Quando o novo coordenador fez o levantamento, percebeu que não havia recibos nem registros para 250 armas que não estavam no depósito. Procurada pela Agência Brasil, a Seap informou, até o fechamento dessa reportagem, que o processo está em fase de instrução na comissão permanente de inquérito administrativo.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro também está acompanhando o caso, mas não forneceu informações por causa do trâmite sigiloso das investigações.

O Complexo Penitenciário de Gericinó, que antigamente era conhecido como Complexo Penitenciário de Bangu, abriga prisões de segurança máxima entre seus presídios.

Tags: ARMAMENTO, máxima, Oeste, presídio, Rio, segurança, Zona

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