Jornal do Brasil

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

Rio

Amigos e colegas emocionam-se no velório do cineasta Eduardo Coutinho

Agência Brasil

O velório do cineasta Eduardo Coutinho, na Capela 3 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, está sendo acompanhado por dezenas de amigos e colegas de trabalho. Pedro Coutinho, filho do cineasta, chegou pouco depois das 15h ao local, mas não quis falar com os jornalistas.

O clima no local é de muita emoção. O ator João Miguel disse que Eduardo Coutinho, um dos maiores documentaristas do país, vai deixar saudades e também muita inspiração. “É um dos maiores cineastas, um dos mais inventivos do nosso cinema”, afirmou. Para o músico Jards Macalé, o cineasta foi “um grande artista e uma grande figura”.

O cineasta Bruno Barreto ressaltou que a importância de Eduardo Coutinho vai além do fato de ele ser um documentarista. “Eduardo era um grande cineasta. O documentário era apenas uma das formas de ele se expressar. É uma perda irreparável”, enfatizou Barreto.

Emocionados, o escritor Ferreira Gullar, os atores Paulo José e Enrique Diaz e o diretor João Moreira Salles não conseguiram expressar sua dor para a imprensa.

O diretor de cinema Eduardo Coutinho tinha 80 anos e foi morto ontem (2) a facadas, dentro de sua própria casa, no Rio de Janeiro. O principal suspeito é Daniel, filho de Eduardo Coutinho, que está sob custódia da polícia, internado no Hospital Miguel Couto. Segundo a Polícia Civil, Daniel esfaqueou o pai e a mãe, Maria das Dores, e depois tentou se matar. Maria das Dores também está internada no Miguel Couto.

Tags: cineasta, documentários, enterro, Filho, morte

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