Jornal do Brasil

Sábado, 25 de Maio de 2013

Rio

Sem autorização, boate flutuante teve que deixar a Enseada de Botafogo

Turistas e cariocas reclamaram de poluição visual na orla carioca

Jornal do Brasil

Sem alvará da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Corpo de Bombeiros, a boate flutuante Waterland Club deixou a Enseada de Botafogo na manhã desta sexta-feira (8) sem ser inaugurada pelo público carioca. 

Sua estreia, que estava inicialmente prevista para o dia 31 de janeiro, não pôde acontecer e desde então a grande balsa seguia presa nas pedras da Enseada.

Conforme o Jornal do Brasil noticiou na última quinta-feira (7), foi grande o número de reclamações de cariocas e turistas. Isso porque a embarcação contribuiu para a poluição visual da Baía de GUanabara, já que impedia a vista de um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro: o Pão de Açúcar.

Responsável pelo evento, o empresário Ivan Correa Jr disse nesta sexta-feira (8) ao JB que, assim que obtiver todas as licenças necessárias para estrear a maior boate flutuante do mundo, a embarcação vai voltar à orla carioca.

"Há coisas muito piores do que a poluição visual na Enseada de Botafogo. Trata-se apenas de uma balsa, não tem motor. Não vamos poluir ainda mais a Baía. A estreia é questão de tempo. Além disso, a balsa só ficaria na orla de Botafogo por pouco tempo. Depois temos agenda em Angra e Búzios", diz o idealizador da boate flutuante. 

Tags: boate, Botafogo, enseada, flutuante, iphan, ivan correa jr, mourisco, Seop, zona sul

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