Delegada: Engenheira da Petrobras morta foi vítima de latrocínio
Rita de Cássia foi assassinada a tiros na noite de quarta
De acordo com a Renata Araújo, da Divisão de Homicídios, o relato de duas testemunhas do assassinato da engenheira da Petrobras Rita de Cássia Pimenta, de 56 anos, sugere que o crime foi uma tentativa de assalto que terminou em morte. A engenheira foi morta a tiros na noite da última quarta-feira (9), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
A polícia trabalha com a hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte -, e não execução, já que, segundo Renata, houve apenas um disparo e a engenheira não sofria ameaças, nem disputava cargos de poder na empresa.
Testemunhas disseram ter visto dois homens bem vestidos se aproximando a pé do veículo, um na direção da motorista e outro atrás do veículo. Segundo a delegada, Rita pode ter acelerado o veículo ao ser abordada. A manobra pode ter assustado o bandido que disparou e acabou acertando a cabeça da engenheira. Os bandidos fugiram a pé, sem levar nada.
A Divisão de Homicídios analisa as câmeras de segurança nas proximidades do condomínio de alto luxo e o depoimento de 2 testemunhas, que passavam pelo local na hora do crime.
