Opções para quem quer ficar longe do Carnaval
Carlos Braga, Jornal do Brasil
RIO DE JANEIRO - Este ano vai ser exatamente igual àquele que passou: uma turba emanguaçada pelas ruas atrás dos blocos, e grupos esparsos aceitando qualquer sugestão de programa para fugir do ziriguidum. Na página seguinte, damos algumas dicas de recantos aonde não chega o ronco da cuíca e muito menos o choro do cavaquinho. Em alguns, apenas o som da mata; em outros, o dos mantras.
Não é como um retiro de Carnaval, porque não gostam da festa e querem ficar próximas da natureza explica Cláudia Carréra, diretora de um templo budista. O objetivo é realizar essas práticas zen. É um momento propício por ser o início de um novo ciclo. Toda a prática budista alia o despertar da compaixão e sabedoria.
Para quem faz questão de outros ritmos, há duas opções: o Bloco dos Malditos, que junta o povo indie que frequenta a festa Maldita, da Casa da Matriz; e a Rio Music Conference, um grande encontro da música eletrônica. Atrás do DJ só não vai quem já morreu.
