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Segunda-feira, 16 de Julho de 2018 Fundado em 1891

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Eleição suplementar no Tocantins transcorre sem contratempos

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O segundo turno da eleição suplementar no Tocantins, que vai definir neste domingo (24) o novo governador do estado, transcorre sem contratempos, informou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A estimativa é que a apuração dos votos siga o ritmo das últimas eleições, quando o resultado foi anunciado às 20h40.

Quanto a urnas eletrônicas substituídas, o TRE informou que, por inconsistências no sistema, terá de fazer o levantamento presencialmente. Por volta de 15h, 15 urnas haviam sido trocadas, a fim de garantir o andamento da votação – a maioria dos equipamentos repostos concentrou-se em nove municípios do interior: Araguaína, Paraíso do Tocantins, Araguatins, Itaguatins, Alvorada, Augustinópolis, Ponte Alta do Tocantins, Wanderlândia e Goiatins. Na capital, Palmas, três seções eleitorais providenciaram novas urnas.

Segundo o TRE, nenhum eleitor foi preso no interior ou na capital do estado.

A votação, que será encerrada daqui a pouco, às 17h, abrange 877 locais. A eleição suplementar foi convocada por causa da cassação do mandato do governador Marcelo Miranda, do MDB, e da vice-governadora Cláudia Lélis, do PV, acusados de concorrer, em 2014, com verbas arrecadadas ilegalmente. A perda do mandato foi determinada em março, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que caracterizou o crime como abuso de poder econômico, detectando uma movimentação de R$ 1,5 milhão por meio de contratos e operações simuladas, que teriam sido coordenadas por laranjas.

Outros estados

Mais sete municípios realizam eleições suplementares neste domingo.

De acordo com suas respectivas unidades da Justiça Eleitoral, a votação para prefeito e vice-prefeito nos municípios mineiros de Santa Luzia, Itanhomi e Timóteo; de Cabo Frio e Rio das Ostras, no Rio de Janeiro; Moju, no Pará; e Santa Cruz das Palmeiras, em São Paulo, também estão sendo realizadas com tranquilidade.

Assim como no Tocantins, a convocação de novas eleições foi por causa da cassação do mandato de prefeitos que já estavam no exercício do poder. Na maioria dos casos, os mandatos foram cassados por abuso de poder político ou econômico.

Agência Brasil


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