Jornal do Brasil

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

País

Astrólogo diz que morte de Campos foi influenciada por fenômeno de Saturno

Maurício Bernis pontua que quadro astrológico favorece perdas no campo da política

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A morte de Eduardo Campos nesta quarta-feira (13), na queda de um avião em uma área residencial de Santos, próximo de São Paulo, pontua uma série de perdas recentes na política, na literatura e no cinema. Ícones da sétima arte como Robin Williams e Lauren Bacall foram as mais recentes perdas do cinema – o ator faleceu no último dia 11 e a musa do cinema noir no dia 12. Ariano Suassuna se despediu com sua poesia no dia 23 de julho e se juntou a outras perdas da literatura em 2014: João Ubaldo Ribeiro, falecido no dia 18 de julho e Rubem Alves, que morreu no dia 19 de julho.

De acordo com o astrólogo Maurício Bernis, a explicação da fase turbulenta pode estar nos céus – pelo menos para as perdas brasileiras. Bernis explica que o país atravessa um momento em que uma particularidade no mapa astrológico do Brasil impulsiona essas perdas, principalmente no campo da política. “Existe um trânsito de Saturno pelo meio do céu do mapa astrológico do Brasil. Em outras ocasiões em que isso aconteceu, situações semelhantes surgiram”, explica.

Bernis conta que a presença de Saturno no meio do mapa astrológico brasileiro foi uma característica observada em momentos de grandes perdas políticas, como as do ex-presidente Floriano Peixoto, do ex-presidente Getúlio Vargas e do ex-ministro Tancredo Neves. “No ambiente político, esse quadro tem esse efeito nas figuras de projeção. As pessoas que estudam isso estavam até imaginando que fosse acontecer algo com o Lula, que já está mais velho. De qualquer forma, a morte de Eduardo Campos é um fenômeno chocante”, pontua.

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Mas até quando vai essa fase nebulosa pela qual o Brasil vem atravessando? O astrólogo diz que outras configurações marcam o céu há alguns anos e vêm influenciando a economia e o restante do mundo. Segundo Bernis, a maré continua complicada até 2015. “Tudo isso de conflitos bélicos, de pessoas se matando, está ligado a uma quadratura de Urano e Plutão. Essa quadratura começou por volta de 2011 e quando chegou em maio de 2013 aconteceram as manifestações. Podemos dizer que as condições melhoram a partir de agosto de 2015”, explica.

Ou seja, de acordo com Bernis, o mundo passará ainda por momentos difíceis até o final de 2014 e início de 2015. “Não necessariamente teremos mais perdas, mas não podemos descartar novas mortes”, alerta.

Tags: astrologia, Eduardo Campos, Lula, mortes, plutão, política, Saturno, urano

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