Jornal do Brasil

Sábado, 20 de Dezembro de 2014

País

Marina Silva comenta palanque do PSDB em São Paulo: “em hipótese alguma”

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A ex-senadora e candidata à vice-Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, afirmou em entrevista a um canal de televisão, neste domingo (22/6), que não vai apoiar a aliança entre Eduardo Campos, candidato à Presidência pela legenda, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Marina garantiu que o seu grupo político, a Rede Sustentabilidade, não subirá no palanque do PSDB em São Paulo - "em hipótese alguma".

"Não vamos apoiar a aliança. O melhor caminho seria o da candidatura própria. Não sendo, a Rede está discutindo se participará com a candidatura ao Senado", afirmou Marina. A aliança entre Campos e Alckmin foi selada na última sexta (20), o que garante ao seu partido a vaga de vice na chapa do PSDB ao governo de São Paulo. No entanto, na disputa pela Presidência, Alckmin apoia o candidato de seu partido, o senador Aécio Neves. E no caso do Rio de Janeiro, Eduardo Campos já anunciou a sua aliança ao senador Lindbergh Farias (PT), que por sua vez apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

As alianças firmadas por Campos tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo foi o motivo de desagrado de Marina Silva, que considera uma "contradição" de ideais. A ex-senadora defende a renovação na política e se posiciona de forma contrária aos governos petistas e tucanos. No dia 7 de junho, Marina usou as redes sociais para criticar as alianças de Campos, considerando um "equívoco" o diretório do partido em São Paulo dar apoio ao projeto político do PSDB para as eleições. 

Em Minas Gerais, Marina Silva conseguiu fazer com que Campos abandonasse os seus planos de coligação com o PSDB. O ex-governador de Pernambuco ensaiou uma aliança com a legenda, que está a frente do governo do Estado há 12 anos. Com isso, Marina se posicionou contrária à negociação e Campos optou pelo PSB, que lançou o deputado federal Júlio Delgado.

Tags: Alckmin, Aliança, Eleições, ex-senadora, lindbergh, rousseff, sustentabilidade

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