Jornal do Brasil

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

País

Alckmin adere à campanha de jovens católicos por papa brasileiro

Portal Terra

Uma campanha capitaneada por  jovens católicos de Taubaté, no interior de São Paulo, sugere que o papa a suceder Bento XVI como líder da Igreja Católica seja brasileiro. Com foco na mobilização online, através das redes sociais, o grupo quer criar uma corrente favorável à escolha de um representante do Brasil para comandar o Vaticano nos próximos anos. A campanha - chamada "Papa Brasileiro, Eu Acredito" - começou no dia 1º de março e recebeu adesão de alguns políticos e celebridades.

A iniciativa do grupo "Católicos que Amam Cristo", da paróquia Nossa Senhora das Dores de Taubaté, conta com um vídeo no YouTube que defende, em meio a imagens de Carnaval, futebol e do Cristo Redentor, que "se Deus é brasileiro, o papa também pode ser". O vídeo da campanha tinha pouco mais de mil visualizações na manhã desta quarta-feira.

"O Brasil é o maior país católico do mundo e reza com o coração para que Deus conceda a graça de nos honrar com um papa que tem a cara da nossa gente", afirma o grupo em sua página no Facebook. A campanha também é realizada no Twitter através da conta @papabrasileiro, com a hashtag #papabrasileiroeuacredito.

Personalidades como o crítico de cinema Rubens Ewald Filho, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB-SP), o deputado estadual Campos Machado (PTB-SP) e a arquiteta Brunete Fraccaroli aderiram à campanha, segundo os coordenadores, posando para fotos com uma camiseta com os dizeres "Papa Brasileiro, Eu Acredito" sobre a silhueta de uma figura utilizando uma mitra, tradicional chapéu pontifical.?

Brasileiro cotado como possível novo papa

 O arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, é considerado um forte candidato a ser designado papa no Conclave que ocorre desde terça-feira no Vaticano. De origem alemã, com perfil conservador moderado e fama de bom administrador, o chefe da maior arquidiocese do País é o mais novo dos papáveis brasileiros. Cotações divulgadas no primeiro dia de votação para escolha do novo pontífice apontavam o brasileiro como segundo favorito em casas de apostas, atrás apenas do cardeal italiano Angelo Scola, arcebispo de Milão.

Tags: administrador, alemã, candidato, odilo, origem, scherer

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