Jornal do Brasil

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

País

Promotor pede ao júri condenação de Bruno e absolvição de Dayanne  

Para promotor Henry Vasconcelos, mulher foi 'manobrada por marmanjos' durante o crime

Jornal do Brasil

O promotor do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Henry Vasconcelos, pediu nesta quinta-feira (07) aos jurados absolvessem Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, após mais de duas horas de explanação, segundo reportagem do jornal O Tempo.

Em seu discurso, o promotor alegou que Bruno estava tentando jogar toda a culpa do crime nas costas do Macarrão. "Ele está jogando toda a responsabilidade para um condenado", disse. Henry acrescentou ainda que o goleiro comandava o tráfico de drogas na cidade de Ribeirão das Neves, também situada na Grande BH.

“Bruno sempre foi envolvido com o narcotráfico. Isso está nos autos do processo. Várias vezes já se disse, aqui no plenário, através de depoimentos, que quem mandava no narcotráfico de Ribeirão das Neves era Bruno, Macarrão e Cleiton”, afirmou o promotor Henry Vasconcelos.

Chantagem emocional

José Arteiro, assistente de acusação e advogado da família de Eliza Samudio, pediu a palavra após o discurso de Henry Vasconcelos. Ele tentou apelar pelo emocional dos jurados. “ Vocês não querem ficar marcados como jurados que absolveram um bandido", suplicou.

O assistente de acusação, José Arteiro declarou que Bola era um matador nato e que Bruno errou ao não responder perguntas da promotoria e acusação. "Isso aqui não é uma casa de caridade", argumentou. Ainda se dirigindo aos jurados, Arteiro afirmou que Bruno era o mentor da morte da ex-namorada do goleiro. " O senhor renunciou a sua carreira no momento em que o senhor fez essa merda", disparou.

Maria Lúcia Borges, outra assistente de acusação, foi outra que apelou para o emocional, destacando o lado materno das cinco mulheres que integram o júri.

 

Tags: JB, jurí, mulheres, plenário, tráfico

Compartilhe:

Postar um comentário

Faça login ou assine para comentar.