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GO: Marconi nega uso em campanha de funcionários do Senado

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Mirelle Irene, Portal Terra

GOI NIA - O senador Marconi Perillo (PSDB), candidato ao governo de Goiás pela coligação "Goiás Quer Mais", respondeu a reportagem do jornal O Estado de São Paulo publicada nesta quinta-feira (29). A matéria o inclui em uma lista de 33 senadores que aumentaram o quadro de servidores de confiança entre julho de 2009 e julho de 2010 e transferiram a maioria para os seus Estados. A reportagem sugere que os funcionários poderiam ser "tropa de cabos eleitorais pagos pelo Senado", trabalhando na campanha dos senadores em disputa eleitoral.

Segundo Marconi - que teria deslocado 25 assessores para Goiás e mantido apenas quatro no Senado, de acordo com o Estadão -, todos os seus servidores de gabinete, mesmo os lotados no escritório de representação no Estado, não fazem atividades de campanha. "Eles exercem atividades estritamente de suporte técnico e assessoramento da minha atividade parlamentar", disse o tucano.

Ainda conforme o senador, dos 25 servidores lotados no escritório parlamentar de Goiânia, três foram remanejados este ano. "Foram transferências decorrentes de suprimento de cargos vagos", justificou. "Em sete de maio, ou seja, antes do pré-lançamento de minha candidatura, determinei, por meio de ato do meu escritório em Goiânia protocolado no Senado, que os servidores ligados a atividade parlamentar não participem de atos de campanha", ressaltou o senador, completando que explicou aos servidores que quem fizesse tais ações seria responsabilizado pessoalmente.

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