Jornal do Brasil

Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Leitor Repórter

Frequentes Assaltos na Av. Presidente Vargas

Paula Cristina Silva Ribeiro (paulacribeiro@ymail.com)

Há muito tempo uma nova modalidade de assaltos vem acontecendo na cidade, que é caracterizada por assaltos nas janelas dos ônibus, principalmente quando os passageiros estão falando ao celular. Porém, ultimamente ela está mais frequente e forte. É normal observar "pivetes" circulando e rondando os ônibus quando param nos pontos, principalmente no centro do Rio de Janeiro, na Av. Presidente Vargas. Sozinhos ou em grupos, de manhã cedo ou à noite, eles estão sempre presentes. Hoje, ás 08:45 da manhã ocorreu um assalto na via, acredito que a uma transeunte. Pessoas na rua começaram a gritar "Ladrão! Ladrão! Ladrão! Peguem ele, é esse aí de camisa azul." E o rapaz estava andando na maior serenidade e tranquilidade. Guardas de trânsito e um guarda municipal presentes no local presenciaram tudo e nada fizeram, se é que poderiam fazer alguma coisa. Não vi nenhum policial militar ou patame ao longo da via, um completo descaso. Em plena época de Rio+20 é inaceitável abandonar a segurança do centro da cidade desta forma. A grande maioria das empresas não irá ficar parada, já que não foi decretado feriado estadual, então um grande volume de pessoas continuará circulando pelo centro da cidade nestes dias. É um verdadeiro absurdo observar as mesmas cenas dia após dia e ver nada ser feito. A foto de um assaltante que atua na via está circulando no Facebook há algum tempo, possivelmente foi o mesmo indivíduo que vi no ocorrido hoje pela manhã. Recorro ao Jornal do Brasil por saber da influência e importância deste veículo em nossa sociedade e também, por, principalmente, não saber mais aonde ou à quem recorrer. Como cidadã carioca fico feliz ao ver nossa cidade como centro das atenções, mas lamento viver nessa insegurança, assim como lamento que nossos turistas sejam recebidos nestas condições. Tenho muitas esperanças de que as próximas gerações não precisem passar por este tipo de sofrimento. E que a população lembre destes acontecimentos na hora de eleger seus governantes, de escolher a quem dar o seu voto.

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