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25 anos de pontificado

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Foto EFE Depois de 13 dias de agonia na França, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat, 75 anos, morreu ontem em um hospital militar nos arredores de Paris, onde estava internado.


O testamento político de Yasser Arafat é típico do seu tempo.


A notícia da morte de Yasser Arafat gerou um silêncio fúnebre na sala de conferências da Muqata e lágrimas de emoção entre os seguranças locais.


Os israelenses mostraram desprezo pelo homem que chamam de o ''mestre do terror'' e que culpam pela morte de centenas de judeus.


A morte de Arafat deixa o povo palestino órfão de sua maior liderança histórica.


Para entender o que será a causa palestina sem Yasser Arafat, é preciso considerar os vários títulos que ele detinha.


Enquanto o corpo de Arafat era transportado de Paris para o Cairo, as desavenças internas entre os palestinos já se expunham de forma evidente.


Autoridades americanas esperam que a morte de Yasser Arafat abra uma nova perspectiva de paz no Oriente Médio.


A Muqata, o quartel-general de Yasser Arafat e também seu túmulo, era um forte britânico e já foi usado como base do Exército israelense.


Representantes da comunidade árabe de Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina), considerada a segunda maior do país, com cerca de 10 mil imigrantes e descendentes, programaram para hoje homenagens a Yasser Arafat.


Yasser Arafat foi por mais de 40 anos líder dos palestinos. Combateu tanto com armas como com discursos.

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