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Claudia Elias
Marcella Virzi

Marcella Virzi

Marcella Virzi

É antifashion. Não curte o mundo da moda, não lê a Vogue e dedica grande parte do seu tempo à filosofia, ao teatro e à poesia. No entanto, com 15 anos foi trabalhar no comércio e, fora uma temporada que passou rodando o mundo, nunca mais parou. Foi vendedora, modelo e trabalhou como produtora de moda. Como não encontrava peças legais para suas produções, resolveu criar as suas próprias. Em 1994 montou um ateliê de alta costura com o amigo e estilista Napoleão Lacerda, chamado Mastroiani Bonaparte (uma brincadeira com os primeiros nomes de ambos). O projeto ambicioso serviu para que percebesse que para fazer roupa é preciso um bocado de técnica. Começou a estudar modelagem, história da moda, e a autodidata partiu para uma carreira solo. No fim de 1999 começou do zero a Virzi.

- Montei um ateliê em Bangu e começou a ralação. O que me guia é o meu olhar, e o resultado são roupas com a minha cara.

Acredita na roupa como forma de expressão, e com as suas tenta passar seu bom-humor, sua sensualidade sofisticação. O processo artesanal resulta em peças altamente exclusivas que fazem sucesso graças ao boca-a-boca de sua fiel clientela. Só agora Marcella acaba de inaugurar sua primeira loja, em um casarão em Ipanema. Mas nem por isso abriu mão do seu estilo discreto. A coisa continua escondida, misteriosa – para entender é só dar uma olhadinha na vitrine, com um único item saindo de trás de uma cortina preta.

DEMORÔ

Uma filial da loja Musicale acaba de abrir suas portas no coração de Ipanema. Além de compra, venda e troca de CDs usados, muitos dos mais de 50 mil discos disponíveis são autênticas raridades.

A badalada Rua Dias Ferreira agora oferece restaurante japonês em 3 tamanhos. O pequeno é o Mirai, o grande é o Sushi Leblon e o médio, o recém-inaugurado Togu. Opções de sobra para as ''Cachinhos Dourados'' do Leblon.ninguém merece O lançamento do livro Na passarela da vida, que conta a história da modelo Fernanda Vogel. Será que uma vida curta e morte trágica são ingredientes suficientes para garantir uma biografia interessante?

NINGUÉM MERECE

O lançamento do livro NA PASSARELA DA VIDA, que conta a história da modelo Fernanda Vogel. Será que uma vida curta e morte trágica são ingredientes suficientes para garantir uma biografia interessante?

Além do bem-casado, uma nova instituição em festas de casamento é a distribuição de gracinhas. Entre maracas, óculos de plástico e chinelinhos rasteiros, os convidados saem carregados.

Os cisnes cantam antes de morrer. Algumas pessoas deveriam morrer sem nunca cantar. Ana Carolina, Orlando Moraes, Jorge Vercilo...


[19/OUT/2003]


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