E-mails e telefones
Shopping JB Online
Home
Tempo Real

Colunistas
Tostão
A coerência é rara

Informe JB
A soberania e a Amazônia Azul

Cartas
Lula

Horóscopo
Horóscopo

Contos Mínimos
O Mantra

Heloisa Tolipan
Estrela de cinema

Charge Online

Marcia Peltier
Projeto FX

Emir Sader
Corrupção não-governamental

Augusto Nunes
Governar é decidir, presidente

Informe Econômico
Investimentos no túnel do tempo

Boechat
Rastro lá fora

Gilberto Amaral
Parou por que?

Estilo Iesa
Depois da festa

Fernandão
Ary Graça ''O vôlei está em todas as camadas sociais''

Antonia
Fashion Victim

1001 Polegadas
A realidade que o público prefere

Domingo Listas
DEZ esportes que não parecem esportes

Ui!
Rosa-choque

Maria Pia In
Casamentos e jóias de Liz Taylor

Direito e Justiça
Os direitos políticos na Constituição

Giro
Clássica Le Creuset

 


Lula


A cada dia, fica mais difícil acreditar e até entender o presidente Lula. Suas constantes hesitações em decidir, contradições ao falar, falta de orientação e rumo do governo causam perplexidade e muitas dúvidas. A comprovação de que o presidente não estava preparado e nem tinha um plano de governo fica evidente. Espera-se que o plano de poder do presidente Lula e do PT não seja a qualquer custo, como mostram evidências e fatos recentes.
Ivo Paciencia, Rio de Janeiro

  • Um país da América do Sul vive uma enorme crise de credibilidade política que começou nas vizinhanças do gabinete presidencial e desaguou no loteamento da máquina pública pelo partido do presidente eleito e seus aliados de primeira e última hora. Alguém precisa dizer, urgentemente, ao Luiz Inácio Lula da Silva que esse país é o Brasil e que o presidente é ele, pois nos seus discursos Lula parece ignorar isso.
    Abel Pires Rodrigues, Rio de Janeiro

  • Lula, ao explanar sobre ''sujeiras'', não conseguiu afinar seu discurso à realidade, apostando na falta de vigilância ou/e memória curta da sociedade, pois é notório que seu governo utilizou-se de todos dispositivos para escamotear as negociatas indevidas, praticadas por seus ''parceiros'' e colaboradores, tentando abortar as investigações no início, só não tendo sucesso em virtude do clamor popular e pela quantidade de evidências produzidas por parte da imprensa independente.
    Jorge Schweitzer, Rio de Janeiro

  • Mais vale um péssimo acordo do que uma boa briga! Levando a risca a sabedoria contida nesse ditado popular, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta ao rotineiro caminho para a superação de qualquer crise política: a negociação. Após tomar a medida de ''defenestrar'' o ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu, foram abertas todas as possibilidades para uma reaproximação com as bancadas dos partidos que formam a base aliada, e mesmo com ''adversários cordiais''.
    Júlio Ferreira, Recife

  • Aproveito a carta de Roberto Ribeiro de Castro, publicada ontem , para mostrar que, ao contrário do que escreveu o missivista, o presidente Lula tem um passado político e administrativo muito parecido com o do ex-presidente Fernado Henrique. Assim como Lula, Fernando Henrique nunca tinha ocupado antes um cargo político de direção, pois foi derrotado pelo falecido Jânio Quadro na disputa para a prefeitura de São Paulo.
    Valmir Barbosa, Rio de Janeiro

  • Com certeza Lula não mentiu ao afirmar, em rede nacional, que a Polícia Federal, em seu governo, tem efetivado inúmeras prisões e atuado exemplarmente sob a tutela do ministro Márcio T. Bastos. Ocorre, no entanto, que quando as notícias de corrupção ou da prática de crimes - vide o assassinato do prefeito de Santo André - envolve petistas ou algum aliado do governo, a coisa muda de figura e tudo é feito para que as investigações não prossigam, ou, pelo menos, são minimizadas em sua verdadeira importância.
    Corina Paupério, Rio de Janeiro

  • Já há muito tempo as declarações presidenciais deixaram de ser levadas a sério, como deveriam, pois têm-se mostrado sistematicamente inconseqüentes ou incoerentes, quando não hilárias. No momento político atual, elas retomariam sua devida força. Mas a incoerência presente nas respostas dadas a jornalistas nas últimas semanas, às vezes com ar de bravata, em momento tão sério da vida nacional, ainda não me permitiram sair do estado de perplexidade anterior. Auto-intitular-se, por exemplo, campeão nacional da ética, depois de ainda estar ecoando a declaração de que ''companheiro é companheiro, tem que ser solidário'' , ao relutar em apurar fatos ou demitir ministros suspeitos, é jogo duro.
    Rogério Caldas Coutinho, Niterói (RJ)

    Corrupção

    A nação assiste, estarrecida e indignada, ao mais novo escândalo em cartaz no Planalto Central. Enquanto nobres deputados refestelam-se em seus gabinetes, regiamente remunerados por ''relevantes serviços'' prestados ao país, do lado de cá, na planície, o povão vira-se como pode para sobreviver à violência urbana e à atuação de rolo compressor do Estado, tão injusto e perdulário. A carga insuportável de tributos e o peso da burocracia minam a resistência do bravo povo brasileiro.
    Armando Fraga, Rio de Janeiro

    José Dirceu

    O ex-ministro José Dirceu defendeu novamente em seu discurso na Câmara dos Deputados a política de alianças do governo Lula, alegando que sem maioria na Câmara e uma numerosa base aliada não é possível aprovar as reformas propostas pelo governo. Essa afirmação é característica de políticos que querem enganar o povo, pois se as propostas apresentadas forem as mesmas defendidas na campanha eleitoral e que convenceram a população a eleger um governo pelas vias democráticas, e se elas visarem a melhorar a vida dos brasileiros e o crescimento do país, nenhum político, mesmo que seja da oposição, vai querer assumir o ônus com a opinião pública de votar contra reformas e projetos do interesse do povo, pois com os recursos que temos hoje facilmente chegaremos a esses políticos e os colocaremos fora do processo.
    Denilson Bastos, Rio de Janeiro

    Cartas de leitores

    Fico muito feliz em ler nas seções de cartas dos diversos órgãos de imprensa a preocupação dos leitores com o desvio do dinheiro público e com a falta de segurança. Porém escrevemos e expomos nossa indignação e nada acontece. Se ao menos existissem órgãos competentes neste país que ouvissem essas reclamações e tomassem as providências para saná-las, valeria a pena esses alertas que a sociedade vem fazendo.
    Nair S. Mello, Rio de Janeiro


  • Aumentar letras Versão para imprimir Diminuir letras Enviar matéria

    [26/JUN/2005]


       Home > Colunas > Cartas


    Tempo Real | Brasil | Economia | Esportes | Rio | Internacional | Colunas
    Internet | Caderno B | JB Barra | Domingo | Programa | Musicalidade | Viagem
    Acelera | Idéias | Horóscopo | Especiais | Opinião | Editorial | Charge | Cartas