Solucionática
Instalação de memória

Cartas
Desempregados

Horóscopo

Gente
Corpo fechado

Charge Online

Márcia Peltier
Longe do fim

Caixa de Ferramentas

InSite
Quem procura acha

Informe de Arte
Contemporâneos

Nas Páginas da História
19 de maio no JB

Informe Econômico
Nada tanto assim

Boechat
Entre quatro paredes

Alfredo Herkenhoff
Fidel, Pelé, Oiticica e Nise










Desempregados

''Não sou o Cacá Diegues, mas gostaria de saber se o problema do desemprego que assola milhões de brasileiros está associado à falta de mobilização social da ''classe desempregada''. Devemos lutar por uma decisão ''sábia e democrática'' do governo? Quem sabe obteríamos uma reversão instantânea, como se deu no processo de negociação da classe artística. Projetos de incentivo ao emprego, patrocinados por empresas estatais e privadas e que tenham como recomendação acelerar a liberação de verbas para qualificação, reciclagem e cursos de habilitação profissional para o mercado de trabalho, a priori, seriam o essencial. Em contrapartida social, com a criação de novos postos de trabalho haverá o avanço da economia e recuperaremos a cidadania, dando a devida valorização ao país. Desempregados, políticos, mobilização já!.''

Rogério de Melo Araújo, Rio de Janeiro, por e-mail.

Educação

''A situação dos profissionais de educação do Estado do Rio é lastimável: sem o 13º de 2002, salário reduzido em até 50%, férias pagas erroneamente e, como se não bastasse, a governadora, de maneira arbitrária, promove desconto dos dias de paralisação, fazendo com que profissionais recebam valores irrisórios no mês de maio. Ao mesmo tempo, a sociedade, perplexa, observa a escalada da violência e a divulgação de medidas inócuas para combatê-la. Se as causas da violência não forem efetivamente combatidas, entre elas o descaso com a educação pública, qualquer projeto revelar-se-á ineficaz. O governo do estado, em vez de se preocupar com projetos de cunhos eleitoreiro e populista, deveria implementar projetos que tivessem como prioridade o bem-estar da população, punida em função da inépcia administrativa e das mazelas.''

João Francisco do Canto, Rio de Janeiro, por e-mail.

Previdência

''O presidente disse que se alguém tivesse outra fórmula para a reforma da Previdência, que apresentasse. Tenho uma sugestão. Por que ele não cobra as dívidas dos grades clubes, municípios e estados e outros grandes devedores? A quase totalidade dos governadores que dão apoio ao presidente para essa reforma representa estados inadimplentes, inclusive não recolhendo o que descontaram de servidores. Agora querem que os aposentados contribuam para tapar o buraco por eles cavado.''

Aureo Azevedo de Roure, Rio de Janeiro, por e-mail.

Criminalidade

''Mais uma vez Antonio Sepulveda (16/5) acerta na mosca ao mostrar sua indignação, que é a de todos nós, com a incompetência do governo estadual, especialmente do secretário Garotinho, para lidar com o problema da criminalidade. Ao retirar comandos e transferir comandantes (salvo se forem criminosos ou corruptos), Garotinho agrava a situação, cria descontentamento e má vontade onde deveria reinar união e força. Assino em baixo do excelente artigo Guarnecer postos de combate!.''

Marco Aurélio Chaudon, Rio de Janeiro, por e-mail.

''Por que o governo não usa para combater o crime no Rio as mesmas criatividade, competência, arrogância, coragem, agilidade e rigor com que nos cobra impostos?''

Diva Maria Faria Paes, Niterói, por e-mail.

Frio

''Nos meses de frio, no Brasil, não seria mais inteligente e sensato que as aulas para as crianças começassem às 8h, em vez de 7h? Até para os professores, não seria mais indicado? É doloroso verificar crianças, principalmente as mais pobres, saindo de casa com pouco agasalho e tiritando de frio. Com frio, mal agasalhadas, sonolentas e irritadas pela fome, não vão estar nem aí para a escola, não acham? Não devemos deixar esse erro se perpetuar com as novas gerações.''

Renzo Sansoni, Uberlândia (MG), por e-mail.

Planetário

''Urge reativar o funcionamento do Planetário de Brasília. Esse espaço, localizado entre a Torre de TV e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, está fechado desde 1997, com valioso equipamento alemão. O governo não fala no caso. Com isso, as crianças dos cursos de primeiro e segundo graus ficam sem aula prática sobre a origem do universo, as galáxias, os planetas. Além do que, nós, geógrafos, quando vamos fazer aula de estágio supervisionado (grade curricular do UniCeub) ficamos sem um instrumento de auxílio na atividade prática.''

Marco Antonio Guedes do Amaral, Rio de Janeiro, por e-mail.

Bolsas

''Repercutiu mal o cancelamento das bolsas Rioarte pelo secretário de Cultura do município. Ao contrário do que foi alegado, o programa não era elitista. Era o único que financiava projetos de pesquisadores e artistas fora do mundo acadêmico. Fazer a premiação por bairros da cidade será uma injustiça, pois poderá contemplar alguém sem grande capacidade, só por morar aqui ou ali. Além do mais, o edital foi amplamente divulgado e só não se inscreveu quem não quis. A seleção poderia ser feita, isso sim, por temas regionais. Mas sempre levando em conta a capacidade do concorrente. E as novidades só deveriam valer a partir do ano que vem, pois parar o jogo na sua fase final é ato de prepotência, sem base legal.''

João Carlos Rodrigues, Rio de Janeiro, por e-mail.

Vazamento

''Sou moradora de Botafogo, bairro castigado pelos constantes vazamentos de esgoto, em diversas ruas. A rua onde moro tem diversos restaurantes e dois novos prédios imensos. Está claro que o sistema por onde corre o esgoto está obsoleto. A Cedae não atende, há mais de uma semana, aos apelos da administração dos prédios. Aliás, a Cedae não está nem aí para quem deve prestar serviços. Em conseqüência, os cidadãos pagantes de impostos sentem o cheiro e molham os pés na água suja, arriscando-se a pegar hepatite. O prefeito gasta dinheiro com a maquiagem da cidade e deixa os cidadãos sem infra-estrutura para morar decentemente. Parece que administrar a cidade é envernizá-la. Aliás, por que o esgoto da cidade fica a cargo do estado?''

Miriam Schenker, Rio de Janeiro, por e-mail.

Demolições

''Em resposta à carta de Clara Resende Oliveira (16/5), reafirmo que a Prefeitura do Rio de Janeiro, através da subprefeitura da Zona Sul II, da qual sou o titular, não está fazendo ''vista grossa'' para o problema do risco de favelização que ocorre no Morro da Saudade, no Humaitá. Todas as edificações que porventura tenham tentado erguer naquela área foram imediatamente reprimidas e, em conjunto com a Secretaria Municipal de Habitação, está sendo realizada a remoção de todos os moradores do local, que já concordaram e serão devidamente indenizados com a conseqüente demolição das construções ilegais. Para que não paire a menor dúvida com relação às nossas ações junto à cidadã, estamos convidando, em caráter oficial, caso seja de sua vontade, a que faça contato telefônico com a subprefeitura da Zona Sul II, telefones 2205-0248 ou 2205-0491, quando agendaremos uma visita e, pessoalmente, mostrarei todos os documentos e, em seguida, percorreremos o local para que possamos fazer a verificação in loco.''

Marcelo Maywald, subprefeito da Zona Sul II, Rio de Janeiro, por e-mail.

Exoneração

''A propósito da matéria Demitido funcionário acusado de má gestão, de Hugo Marques (14/5), cabe-me esclarecer que: 1) O título da matéria é leviano e caracteriza-se como pré-julgamento dos fatos que sequer foram apurados. Minha exoneração se deu por motivo outro do que o mencionado na referida headline; 2) Protocolei, na CGU, com base em matéria do dia 12/5/2003, solicitação de rigorosa apuração da documentação que segundo a matéria teria sido entregue à CGU em fevereiro passado. Entendendo que a maldosa insinuação do título da matéria é causa de enormes danos morais a minha reputação profissional com mais de 30 anos de serviços prestados à nação, solicito suas providências para, na forma da lei, repará-la como medida preventiva de apropriada medida judicial que, se for o caso, não hesitarei em impetrar.''

Washington Aquino de Mendonça, Rio de Janeiro, por e-mail.

[19/MAI/2003]

   Home > colunas > cartas
Primeira Página