''Fez muito bem o
JB em destacar, na primeira página da edição de domingo, o turfe, com foto da graciosa joqueta gaúcha Josiane Gulart. O turfe, tradicional e importante, com milhões de aficcionados, anda lamentavelmente depreciado em nossa imprensa, que concede, em contrapartida, generosos espaços a suspeitos esportes da moda, de divulgação do interesse da poderosa indústria multinacional de material esportivo.''
Filomena Dias, Rio de Janeiro.
Economia
''Está na hora de o presidente tabelar energia (combustíveis, gás e eletricidade). Está na hora de indexar a economia (salários, investimentos, contas). O povo não pode ser mais descapitalizado do que já foi, até porque essa é a única forma de conter a especulação do dólar. Os economistas precisam saber que inflação não é causa, é medida da febre que atinge a economia. O Brasil não pode ficar refém da estabilidade da moeda, que desestabiliza a economia e o sistema produtivo. O Brasil precisa perder o medo da revoada de capitais, pois as empresas estrangeiras jamais deixarão o Brasil. Aqui elas sempre tiveram lucro, enquanto acumulam prejuízos em suas pátrias de origem, vide as montadoras de automóveis e outras.''
Luiz Breyner, Mariana (MG).
Investimentos
''Pode não ter sido truque, mas que teve o cheiro, lá isso teve. O governo parece ter esperado a prorrogação da CPMF para fazer o ajuste do preço (de mercado) dos papéis que lastreiam fundos de investimento e, com isso, arrecadar milhões. Ele sabia que muitos investidores iam migrar para outros tipos de investimento, tendo que pagar no resgate os ''provisórios'' 0,38%. Os investidores acabaram perdendo dinheiro duas vezes.''
Osmar Freitas, Rio de Janeiro.
Previdência
''O presidente terá visto na TV a aposentada (ou pensionista) que tentou receber um salário mínimo e foi informada de que estava morta? Para provar que está viva, vai ter de voltar lá com certidão (nascimento ou casamento) que provavelmente já não tem. Enquanto isso, vimos que continuam as fraudes, sobretudo aqui no Rio. Quadrilhas com ajuda de funcionários roubam de uns, enquanto pobres beneficiários no balcão descobrem que estão mortos, para o INSS.''
Oswald J. da Silva Filho, Rio de Janeiro.
Frase
''Muito bom o artigo A guerra sem heróis, de Augusto Nunes (15/7), sobre a nova fase frasista de Lula, sob o comando de Duda Mendonça. Lula disse que ''nunca foi tão fácil ganhar!'', durante a convenção do PT, quando era lançado e vaiado o seu candidato a vice. Essa frase ficaria bem na boca do treinador da França na Copa, que amargou a virgindade de gols. Lula ''Mendonça'' tem se mostrado, unicamente, um candidato competente, pois já competiu três vezes e perdeu.''
Terencio Porto Neto, Rio de Janeiro.
Evangelização
''Chefes evangélicos resolveram injetar ânimo na candidatura Garotinho, radicalizando-lhe o aspecto religioso. A decisão foi tomada numa reunião pentecostal denominada Labaredas de Fogo. Eis aí o risco: poderão queimar definitivamente a campanha do ex-governador do Estado Rio.''
Adelmar Gitirana, São Paulo
Lembranças
''Na vida de cada um existem coisas que não se apagam. Uma delas é a imagem do JB. Moro nos Estados Unidos há 30 anos. Sempre que estou no Rio e visito meus tios, no Leblon, a primeira coisa que vejo na sala de visitas é o JB. Eles são fiéis assinantes. Aqui no exterior, na coluna Boechat, fico sabendo do novo documentário sobre JK, acompanho o esporte com Oldemário Touguinhó, vejo a análise de Wilson Figueiredo mostrando que Ciro Gomes é capaz de dançar o cancã. Nomes como o do meu amigo e remador dos tempos da Lagoa Antonio Maria Filho, Zózimo e muitos outros para sempre estarão em minha memória como parte do JB.''
Chico Moura, Miami (EUA).
Cosme Velho
''Sofrendo com a desvalorização dos imóveis e a perda de qualidade de vida, devido ao intenso fluxo de automóveis, moradores do Cosme Velho querem lançar manifesto pela demolição das alças viárias de acesso e saída ao Túnel Rebouças. Garantem que o bairro voltaria a ter tranqüilidade. As calçadas seriam alargadas, pois não haveria mais necessidade de quatro faixas de rolamento. Os ônibus seriam poucos e pequenos, pois somente fariam o trajeto até o Largo do Machado, e haveria menos automóveis poluindo e fazendo barulho. O bairro voltaria a ter qualidade ambiental, social e, conseqüentemente, valorização imobiliária.''
Rodrigo Azevedo, Rio de Janeiro.
Lapa
''De nada têm adiantado os apelos de moradores e comerciantes da Lapa, feitos ao prefeito, para a reurbanização da Praça Dom Jayme Câmara, onde estava instalado o Circo Voador. No fim do semestre passado, o espaço foi invadido por grupo de pessoas que, a título de desenvolver atividades culturais e musicais, explora a área em benefício próprio, sem que a subprefeitura do Centro e a II RA tomem providência. Em época de campanha tudo é permitido, até a invasão de área pública, mas o governante tem o dever de não permitir que o direito da maioria seja violado, conforme ocorre na Lapa.''
Jurandir Albuquerque, Rio de Janeiro.
Ilha Fiscal
''O fato é que a ilha, na entrada da nossa baía, ficou na história do país por uma festa, o último baile da Monarquia. O prédio é patrimônio cultural. Seu aproveitamento deve ser o de um museu vivo! Um show lumière, ou seja, um show noturno, uma vez por mês, como mais uma atração turística para a cidade. Seria encenado O último baile, usando atores com figurinos de época valsando com orquestra ao vivo, como aconteceu nos estertores da Monarquia. A Marinha faria parcerias com órgãos culturais do Estado ou do município para cuidar do espetáculo, dando emprego a músicos, atores, figurinistas, coreógrafos etc. Agradaria a todos, com certeza.''
Zeni Pinheiro, Rio de Janeiro.
Taquara
Na condição de sofredor morador da Rua Oswaldo Lussac, na Taquara, solicito o asfaltamento da mesma, com urgência, pois quando chove sofremos com o lamaçal, e quando faz sol, com a poeira. Nos dois casos há ponto comum: a buraqueira. Enquanto isso os felizes moradores da Rua Mário Ribeiro, na Gávea, têm flores na calçada em qualquer estação do ano. Será descaso da prefeitura com a Zona Oeste ou apenas problemas de diferença de IPTU (que infelizmente também pagamos)?
Flávio Pereira de Sousa, Rio de Janeiro.
Revisão
''Com relação à carta de Leila Mattar Villela Resende (15/7), informamos que seu pedido de revisão de cálculo, de nº 120.138.279-0, foi revisto, gerando atrasados referente ao período de 1º/3/2002 a 30/6/2002, que estarão disponíveis na agência do Banco Santander, na Rua Haddock Lobo, 445, Tijuca, de 13/8/2002 a 30/9/2002.''
Ivan Costa, assessor de Comunicação Social do INSS, Rio de Janeiro.
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