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Novo endereço
[15/ABR/2005]
Quando deixar a Secretaria de Governo, ano que vem, desincompatibilizando-se para disputar a Presidência da República, Anthony Garotinho pretende mudar-se do Rio para São Paulo.
A idéia é fixar residência e concentrar esforços de campanha no maior colégio eleitoral do país.
O senador Gilberto Mesquita, que descobriu que é feio contratar parentes depois que ingressou no PSOL há poucas semanas, está se esforçando para conquistar espaços à esquerda.
Sua mais recente proposta, anunciada anteontem, em Brasília, sugere a pura e simples extinção do MEC, como melhor caminho para uma reforma universitária no país.
Integrantes do Movimento da Magistratura Fluminense pela Democracia terão um encontro hoje com o presidente do Tribunal de Justiça, Sérgio Cavalieri.
Pedirão ao dirigente que acabe com o nepotismo no órgão, proibindo a contratação de parentes até terceiro grau e a demissão de todos aqueles que foram contratados sem concurso.
O ex-primeiro-ministro José Maria Aznar, que levou uma coça do socialista Zapatero nas últimas eleições para o Parlamento espanhol, vem ao Rio em maio.
Participará da reunião da Internacional Democrática de Centro, seja lá o que isso significa...
Deivison Costa, vereador do PT do B, apresentou projeto proibindo o uso de decotes pelas jornalistas que cobrem as atividades da Câmara Municipal de Goiânia. Alega que a ousadia de alguns modelos estava roubando a atenção dos edis, prejudicando o andamento dos trabalhos.
Enfim, um roubo legislativo indolor ao contribuinte.
Renan Calheiros promete descer a rampa do Congresso, hoje, de modo inusitado.
Com um carrinho de supermercado, cheio de projetos de lei que o Congresso não consegue votar em função do excesso de MPs que o Executivo edita.
Se não for demovido da idéia na última hora, o show será divertido.
Uma das artistas plásticas de maior sucesso no Brasil e no exterior nos últimos tempos subirá o altar, em julho.
Adriana Varejão vai se casar com o exportador de minério Bernardo Paes.
Megacolecionador de arte contemporânea, o noivo está inclusive construindo ateliê para sua amada, na fazenda que possui em Inhotim, região vizinha a Belo Horizonte.
Aliás, a propriedade abriga vários pavilhões dedicados a diferentes artistas, tais como Tunga, Cildo Meirelles, Miguel Rio Branco e outros.
A Ancine enviou ontem para Paris 54 filmes para serem exibidos na programação do Ano do Brasil na França.
De São Paulo sinfonia de uma metrópole, de Alberto Kemeny e Rudolf Lustig, de 1929, até o novíssimo Quase dois irmãos, de Lúcia Murat, lançado esta semana no Brasil, há de tudo um pouco.
Quando dezembro chegar, o Brasil terá duas mil salas de cinema.
Um crescimento de 10% sobre o total de 2004.
Cidades com cerca de 500 mil habitantes vão receber os maiores investimentos, segundo o Sindicato das Distribuidoras.
As salas terão padrão multiplex, isto é, com alta tecnologia.
Dom Pedro Casaldáliga acaba de enviar um pedido ao Iphan.
Que o órgão tombe obras que seu amigo, o artista plástico espanhol Maximino Cerezo Barredo, fez em São Félix do Araguaia (MT), onde foi bispo, e arredores.
A maior delas é o painel que mostra o Cristo Libertador caminhando à frente de uma legião de mártires.
Considerado um dos maiores oceanógrafos do mundo, o cientista alemão Gunther Klauss, da Universidade de Berlim, acaba de chegar ao Brasil.
Hoje, num tanque da Coppe/UFRJ simulará a técnica de ondas gigantes que desenvolveu ano passado, capaz de atingir até 30m de altura.
Sua pesquisa já permitiu identificar áreas no oceano onde o fenômeno ocorreu nas últimas duas décadas e nelas naufragaram cerca de 200 embarcações.
Dezessete prefeitos da Região Metropolitana vão se encontrar segunda-feira na sede da Unigranrio, em Caxias.
Debaterão uma estratégia coletiva para tentar baixar o número de menores abandonados nas ruas - cerca de dois milhões segundo especialistas.
A beleza da mulher do Rio ganhará mais uma ode da MPB.
A homenagem agora vem de Ivan Lins.
Ele acaba de concluir Passarela no ar, em parceria com Abel Silva, que inspirou-se no poema ''No andar de Sevilha'', de João Cabral de Melo Neto.
Desde o início da letra as cariocas são enaltecidas:
- Quando ela passa por mim/ Rio de Janeiro demais/ Mesmo se estivesse em Berlim/ eu veria logo os sinais.
Com Ronaldo Herdy
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