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Para dançar: DJ das multidões
Van Dyk: rotina de shows digna de popstar
Gustavo Leitão
[02/DEZ/2005]
Não é exagero dizer que alguns DJs, nos dias de hoje, têm status de popstars. Paul Van Dyk é um desses. O alemão - recém-eleito melhor do mundo pela bíblia da música eletrônica, a britânica DJ Mag - mobiliza multidões, tem seu rosto estampado nas capas de revistas e obedece a uma rotina incansável de apresentações e entrevistas. A prova maior de popularidade é que sua primeira apresentação no Rio, nesta sexta, será na gigantesca Cidade do Rock, que abrigou na semana passada o Claro que é rock. Depois de uma passagem pelo país em setembro - para apresentações em Brasília e São Paulo - Van Dyk será a principal atração do Skol Stage Trance Edition ao lado de outros nomes nacionais e estrangeiros do gênero. O DJ começou no techno e hoje milita quase exclusivamente no trance, embora ele prefira dizer apenas que faz música eletrônica. Aqui, vai mostrar um pouco de seu novo trabalho, a coletânea Politics of dancing 2, que chama a atenção para o lado engajado de sua obra. ''Não acho que a música em si possa ser política, mas o artista com projeção sim'', afirma Van Dyk, que apóia a Cruz Vermelha e tem encontro marcado com ONGs no Rio. Para completar o line-up, a dupla israelense Exaile, o americano Edgar V e o brasileiro Roger Lyra.
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