Não há outro assunto quando se fala em superprodução cinematográfica neste momento pelo mundo afora que não seja
Matrix reloaded, a inevitável seqüência da ficção científica mais criativa dos últimos tempos. Mais do que especulações comerciais, já que todo mundo diz que este pode ser o maior sucesso de bilheteria do ano, há uma curiosidade estética em torno da nova aventura do misto de hacker e salvador da humanidade Neo (Keanu Reeves) e seus companheiros de realidade apocalíptica. Por quê? Ora, porque o destino da tecnologia de efeitos especiais pode ser alterado se tudo o que os diretores Andy e Larry Wachowski prometeram virar realidade.
Cercado de enorme expectativa, Matrix reloaded, exibido quinta-feira no Festival de Cannes, chega ao Rio na sexta levantando a bola de uma trilogia calcada numa mistura de alegorias semiológicas, kung-fu e citações mitológicas. O último episódio, Matrix revolutions, está previsto para estrear mundialmente em novembro.
Mas este é um assunto para depois. Por hora, vale saber que em Matrix reloaded Neo, Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss) têm de usar seus poderes para impedir que os agentes da inteligência artificial que os oprime possam invadir a cidade de Zion e eliminar seus habitantes.