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Cartas de Domingo


Ouro branco

Excelente reportagem de Aimée Louchard, Bem longe da televisão, parabéns. Mas se me permitem, ouro branco não existe. O que existe em franca expansão é a idéia de se impor um produto inexistente. Atitudes enganosas com os consumidores desavisados e inexperientes, não são bem-vistas e maculam o segmento joalheiro. Na tabela periódica de química, não existe ouro branco, assim como na natureza, portanto nunca ninguém garimpou ouro branco em nenhum lugar do planeta. Tentem penhorar uma jóia de ouro branco.

Sérgio Tardin
Rio de Janeiro

Nota da redação: Segundo Angela Andrade, diretora-executiva da Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Rio de Janeiro (Ajorio), o ouro branco é um produto industrializado obtido através da mistura de ouro puro com níquel e prata. O ouro puro nunca é usado na joalheria da maneira como sai da mina, sempre tem acréscimo de outros metais para obter-se liga. O mercado brasileiro gosta e aprova jóias com ouro branco.

Contos mínimos

Prezada Heloisa, É muito bom poder ler teus contos novamente! Estava com saudades!

Lucia Helena O'Dwyer
Rio de Janeiro

Caríssima Heloisa, Depois de longas promessas de um breve retorno, eis que nesta Domingo, voltou o prazer de ler os Contos Mínimos, onde não se vê politicagem, crimes, drogas etc. Sua ausência foi para este velho de 82 anos um longo e frio inverno... Bem-vindo seja seu retorno.

Francisco Ely Meireles
Rio de Janeiro

Hoje meu domingo, apesar de nublado, ganhou luz. Abro com expectativa minha revista Domingo e lá está ela! Respirei aliviada, Heloisa Seixas voltou! Viajante, texto profundo e tão belo, com a beleza que a Heloisa sabe passar de maneira incomparável. Parabéns e seja muito bem-vinda!

Rosemarly Rebelo
Niterói

Prezada Heloisa, com grande alegria, encontrei na última página da revista Domingo o retorno dos Contos Mínimos; já estava com saudades de sua prosa poética! O conto de hoje me tocou profundamente. Sou uma senhora de 79 anos e até me imaginei atravessando a rua dentro de alguns (poucos...) anos. Parece que suas férias foram muito prolongadas para os leitores! Abraços e muito sucesso sempre.

Giselda Fonseca
Rio de Janeiro

Antonia

Realmente não entendi o porquê de tanta indignação do leitor Cezar Álvaro diante da crônica do dia 12 de março. Antonia em nenhum momento demonstra "achar maravilhosas as atitudes destes jovens". Ao contrário, ela deixa sim absolutamente claro, que não concorda com tais atitudes, ao frisar que algumas aflições e queixas são absurdas, e ainda completa classificando a maioria como bem egoístas. Onde está a defesa de tais atitudes por parte dela? Acho que o leitor Cezar deve ser o tipo de pessoa que vive alheio à realidade. É o tipo de pessoa que vive no passado, não se adaptando à atualidade. Conheço alguém assim. Ouviu a campainha tocar, mas não sabe onde. Tá mais perdido do que cego em tiroteio. Tenho pena de pessoas assim. A gente tem que viver segundo a época em que se está vivendo, e não como se vivia há 20, 30 anos. Senão a gente se vestiria como há 30 anos. O meu tempo é agora.

Lucília Castro
Rio de Janeiro

Domingo listas

Prezado Lula Branco Martins, nenhum reparo à sua lista de nomes. Mas, havendo lugar só para dez, alguém tem que sair para o ingresso daquele que, segundo penso, deveria ser o pesadelo dos redatores e locutores da época, uma vez que, com certa frequência, tinham que dar notícias envolvendo o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos no governo Jimmy Carter, Zbigniew Brzezinski.

Maurílio Gomes de Oliveira
Brasília

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[09/ABR/2006]


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