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Fundado em 1974 por alunos da Universidade de São Paulo (USP) e atuante nos anos 80, na que foi denominada vanguarda paulista, ao lado de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Língua de Trapo e Premeditando o Breque, o Grupo Rumo instaurou o “canto falado” na MPB. Partia do ovo de Colombo de que “a fala no sentido melódico e lingüístico é uma espécie de matéria-prima para todas as canções brasileiras”, como sintetiza o paulista Luiz Tatit.
Depois do fiasco de público e de organização do festival Claro Q É Rock, semana passada, houve quem dissesse que carioca não gosta de rock. O show histórico do Pearl Jam, anteontem, na Praça da Apoteose, mostrou que essa avaliação era equivocada.
O thriller francês Caché, dirigido pelo austríaco Michael Haneke (de A professora de piano), foi o grande vitorioso do European Film Award, o Oscar europeu, organizado pela Academia de Cinema Européia e entregue em cerimônia de gala na noite de sábado, em Berlim.
O documentário João do Vale - Muita gente desconhece, do cineasta Werinton Kermes, premiado este ano no Festival de Gramado (RS), será exibido hoje, a partir das 19h, no auditório do Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124, 25º andar).
João Batista do Vale (segundo dizia, ''todo maranhense nasce Batista ou Ribamar'') foi chamado de Poeta do Povo. Vivia no meio do povo, transpirando humanidade e emoção. Filho de camponeses, nasceu em 1933, na cidade de Pedreiras, a 300 quilômetros de São Luís.
A poesia hoje parece carecer de um suporte teórico que, além de explicá-la, a qualifique. A afinidade pessoal com certa dicção não deve ser o único norteador na análise artística.
O ponto onde as vias do rock e do samba se encontram é uma esquina musical invariavelmente visitada por artistas brasileiros, desde que foi fundada pelo violão do então Jorge Ben, com a batida do sambalanço.
Que alguma coisa está fora de ordem, todo mundo sabe. Aliás, será que sobrou alguma coisa dentro de alguma ordem? No Rio de Janeiro, uma ONG que se chama Davida e atende, orienta e cuida de mais de 4 mil prostitutas, anunciou o lançamento de uma confecção de roupas.
Todas as semanas me encontro com alguns amigos dinossauros jornalistas. O objetivo é beber até a morte. Quando a morte não vem, o mais sóbrio carrega os sobreviventes para as respectivas casas.
Todas as madrugadas, religiosamente, vou ao supermercado. Menos por fé ou falta de arroz, mais por receio de que numa noite qualquer, por falta de fregueses, algum Diniz em crise conjugal resolva adequá-lo ao horário convencional.
De cal. Branca de cal
tão branca que dói,
mas é necessário que
assim seja, não apenas
o jazigo, o cemitério...
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