Jornal do Brasil

Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Esportes - JB na Copa

Hino dá vitória moral para França no empate com Equador                   

Portal Terra

É difícil lutar contra algo mais poderoso que você. O Equador até que tentou. Trouxe, pelas camisas amarelas nas arquibancadas do estádio, bem mais gente ao Maracanã que a França, e não queria perder a batalha de jeito nenhum. Mas do outro lado havia uma resistência impressionante. Mesmo em menor quantidade, os franceses ganharam. Não o jogo, que foi um empate para lá de sofrível. Mas ganharam no hino.

Difícil ganhar da Marselhesa. Os Hondurenhos não passaram por isso porque o som de Porto Alegre falhou na estreia. Mas os suíços, que são vizinhos, conhecem bem a força mundial que tem o hino francês, onde quer que se esteja e em que ocasião seja: dá uma sensação de que a vitória é mais do que certa depois que o hino é tocado.

Não adiantou em nada o destaque dos sul-americanos nessa Copa do Mundo, que, além de estarem jogando bem, estão dando show na hora dos hinos. Cantam a plenos pulmões, ultrapassam as normas da Fifa de só parte do hino ser tocado e não deixam ninguém se mexer até que todos acabem de cantar.

Assim foram brasileiros, chilenos, uruguaios, argentinos e até mesmo os equatorianos, na sua estreia contra a Suíça. A torcida arrepiou os jogadores e alguns chegaram às lágrimas. Mas desta vez não deu. O dia de glória dos equatorianos em uma Copa do Mundo ainda não chegou. E vencer no hino foi um golpe moral importante para a França, que só precisava empatar para se classificar em primeiro lugar. Para os equatorianos resta a resignação de que contra a tradição é difícil vencer. Pelo menos no que se refere ao hino nacional. 

Tags: Copa, hinos, Mundo, seleções, Torcida

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