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Quinta-feira, 21 de Junho de 2018 Fundado em 1891

Internacional

Morre Reynaldo Bignone, último ditador da Argentina

O argentino foi condenado por vários crimes contra a humanidade

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O último presidente a governar durante a ditadura militar entre 1976 e 1983, Reynaldo Bignone morreu nesta quarta-feira (7) no Hospital Militar Central de Buenos Aires, aos 90 anos. As causas de sua morte ainda não foram divulgadas.

O repressor subiu ao poder em julho de 1982, depois de Leopoldo Galtieri renunciar ao cargo pela derrota na guerra das Malvinas contra o Reino Unido.

Bignone só deixou a presidência em dezembro de 1983, após a democracia ser restaurada no país. Seu substituto foi Raúl Alfonsín.

Durante sua vida, Bignone foi condenado à prisão perpétua pelas torturas e desaparecimentos cometidos no centro de detenção clandestino Campo de Mayo, em Buenos Aires.

Em 2017, foi indiciado no caso de investigação da Operação Condor, plano repressivo das ditaduras do Cone Sul para reprimir e assassinar adversários.



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