Jornal do Brasil

Terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Internacional

Peres se diz envergonhado por morte de jovem palestino

Agência ANSA

O presidente israelense, Shimon Peres, expressou hoje, dia 7, ao pai do menino palestino raptado e assassinado em Jerusalém a sua "vergonha" e "dor" pelo crime. O homem, por sua vez, respondeu que "a verdadeira justiça será no tribunal".    

"Estou cheio de vergonha, por mim e por minha nação", disse, acrescentando que "seu filho foi morto por criminosos". O homem, chamado Hussein Abu Khdeir, disse que procura "a verdadeira justiça no tribunal" e que recebeu garantias do presidente sobre a decisão de Israel de se mover nessa direção, sem outros "compromissos".    

Os assassinos do jovem palestino Mohammed Abu Khdeir de 16 anos, que foi queimado vivo em Jerusalém, confessaram hoje a autoria e participaram da reconstituição da cena do crime.    

Investigadores responsáveis pelo caso apontaram que eles fazem parte de uma organização terrorista extremista e não excluem a possibilidade de que alguns deles tenham que passar por exames psiquiátricos. Dois deles são menores de idade.    

Na reconstituição, soube-se que os três principais investigados ficaram chocados com o assassinato dos três jovens judeus na Cisjordânia e, após o funeral, foram ao bairro árabe de Shuafat, onde sequestraram Abu Khdeir e o queimaram vivo em uma floresta próxima.    

Ataques    

O braço armado do Hamas assumiu a responsabilidade pelos ataques com mísseis, que saíram da Faixa de Gaza, atingindo o sul de Israel nesta segunda-feira. "As brigadas Ezzedine al-Qassam dispararam dezenas de foguetes contra [as cidades de] Netivot, Ashgkelon, Ashdod e Ofakim em resposta à agressão sionista", escreveu o grupo armado. Em alguns casos, o escudo antimísseis conhecido como Iron Dome conseguiu interceptar os mísseis.

Tags: . política, crise, Israel, morttes, palestina

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