Obama volta a pressionar regimes do Irã e da Síria
Em seu discurso na 67ª Assembleia Geral da ONU, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticou os regimes do Irã e da Síria e fez um apelo contra o extremismo. Obama pediu aos líderes mundiais uma resposta "unida" aos ataques contra representações diplomáticas americanas em países islâmicos.
Obama disse que os ataques das últimas semanas foram não aos Estados Unidos, mas aos ideais que criaram a ONU. Ele também condenou o filme anti-Islã que desencadeou os protestos, mas disse que um vídeo não justifica a violência que se seguiu, provocando pelo menos 50 mortes em vários países.
O presidente americano prometeu punir os autores do atentado que provocou a morte do embaixador americano na Líbia, Chris Stevens, e de outros três funcionários americanos.
Sobre o Irã, Obama reafirmou que ainda há tempo para resolver a questão nuclear iraniana pela via diplomática, mas lembrou que o tempo não é ilimitado, ressaltando que fará de tudo para que o Irã não tenha armas nucleares.
Barack Obama também reafirmou que já está na hora de o regime de Assad, na Síria, chegar a um fim. "O futuro não deve pertencer a um ditador que massacra seu povo", disse.
