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Operações policiais e militares deixam 14 mortos no Rio

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Ao menos 14 pessoas foram mortas nesta segunda-feira no Rio durante operações conduzidas por militares e a polícia contra traficantes de drogas em conjuntos de favelas da zona norte, segundo informações oficiais e da imprensa.

O Comando Militar encarregado da segurança do Rio confirmou que houve oito mortos nas operações do Complexo do Alemão e na Penha, mas admitiu que pode haver mais mortos.

Os militares, apoiados por veículos blindados e aeronavaes, mobilizaram 4.200 soldados para combater os traficantes das duas favelas, com ações secundárias na favela da Maré, todas próximas ao aeroporto internacional.

O comando também contou com a ajuda de 70 policiais civis.

A missão dos militares é cercar as comunidades, tirar as barricadas erguidas pelos bandidos para atrapalhar a circulação, checar veículos e moradores e atender o comando em um comunicado.

A Agência Brasil informou, por sua vez, que seis pessoas morreram em Niterói, zona metropolitana do Rio, durante uma perseguição de supostos bandidos.

Aparentemente, os marginais estavam voltando em dois carros de uma festa em uma das favelas da região quando decidiram roubar um veículo.

A Polícia Militar os cercou com um carro blindado em um dos acessos da ponte Rio-Niterói, onde houve "um intenso tiroteio".

Quatro dos supostos bandidos morreram no local e outros cinco ficaram feridos e foram levados para o hospital. Dois deles não resistiram e morreram a caminho do hospital, segundo a Agência Brasil.

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