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Taxas futuras de juros fecham em baixa, influenciadas por alívio no câmbio

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Os juros futuros fecharam esta sexta-feira, 13, em baixa, devolvendo boa parte do movimento de alta visto na véspera, mas a sessão foi de liquidez escassa. Num dia de agenda e noticiário sem força para guiar os negócios, as taxas foram influenciadas basicamente pela trajetória do câmbio. O dólar está em queda firme ante o real, alinhado ao exterior, mas no Brasil o recuo é mais pronunciado pela entrada de fluxo.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou com taxa de 6,820%, de 6,884% nesta quinta-feira, 12, no ajuste, e a do DI para janeiro de 2020 caiu de 8,32% para 8,21%. A taxa do DI para janeiro de 2021 fechou em 9,21%, de 9,31% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2023 recuou de 10,73% para 10,64%. A taxa do DI para janeiro de 2025 encerrou em 11,28%, de 11,36%.

Às 16h24 desta sexta, o dólar à vista recuava 0,72%, aos R$ 3,8556, no segmento à vista. A moeda está enfraquecida ante várias outras divisas, principalmente emergentes, grupo no qual o real é destaque. Profissionais observam entrada de fluxo, que torna a valorização da moeda brasileira um pouco mais acentuada que suas pares - alguns deles lembram que a Cemig emitiu nesta semana US$ 500 milhões em eurobonds.



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