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Reage, Maricá!

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Cidades da Região dos Lagos que viveram os últimos anos, primeiro como emirados árabes, e depois com o pires na mão começam a vislumbrar luz no horizonte. O prefeito de Maricá, Fabiano Horta, fará na terça-feira, o primeiro aporte financeiro no Fundo Soberano de Maricá (FSM). O valor é de R$ 30 milhões. Este fundo foi criado por lei em dezembro de 2017. Receberá mensalmente até 5% da receita total de royalties e participações especiais a que o município tem direito em função dos 49% da confrontação com os campos do pré-sal da bacia de Santos. Estudos projetam uma produção anual de petróleo nesses campos de 2,5 bilhões de barris, em um período de tempo que pode atingir 100 anos, gerando excedente anual de US$ 75 bilhões. Essa roda da fortuna precisa girar a favor do município. A criação do FSM teve como objetivo garantir os investimentos no município em um cenário pós-royalties e o rendimento do fundo será utilizado principalmente em ações de infraestrutura, em Educação e Saúde, entre outras prioridades. A Prefeitura calcula que em dez anos o FSM esteja com algo em torno de R$ 1,1 bilhão em reservas.

Amsterdam é aqui... 

Tipo assim, discretamente, foi aberto no Rio o primeiro coffee shop nos moldes dos que dão fama e atraem turistas em Amsterdam. Funciona da seguinte maneira. É um casarão de três andares, com palco para shows,e um espaço para comprar e consumir a erva. No cardápio, lariquitos como o sanduíche chapadão e hemppizza. Por razões óbvias a coluna evitará a menção do nome do estabelecimento, que entre os entendidos da noite carioca ganhou o apelido de “Green Note”.

...mas o Rio é o Rio 

Semana passada um caso curioso ocorreu no “Green Note”. Irrompeu porta adentro  uma nervosa equipe de investigadores da Polícia Civil. Corre daqui, acende incenso de lá, a coisa acalmou. Os intrépidos homens da lei estavam apenas querendo levar os registros das câmeras de segurança externas da casa, em busca de pistas dos assassinos de Marielle.

Cabeça de pobre 

Errei sim, manchei meu nome. O “Bicho Relógio de Sol”, de Lygia Clark, que a direção do MAM quer passar nos cobres custa dois milhões de dólares, e não de reais, como foi erroneamente publicado na coluna.

Mistério da cueca 

Há um mistério na recém-lançada edição Primavera 2018 do Big Black Book da revista Esquire, um guia de estilo de moda editado apenas algumas vezes por ano.  Nesta edição, eles publicam uma matéria sobre a Charvet, tradicional loja masculina que fica na Place Vendôme, em Paris. Ao longo da reportagem lê-se que o jornalista encontra um “famoso músico brasileiro” que só usa cuecas samba canção nas cores da bandeira brasileira, feitas sob medida pelo reputado estabelecimento. Quem será a figura?

Está uma zona 

Quem pergunta é a turma combativa da Associação de Moradores de Laranjeiras. Por acaso a Prefeitura transformou o Largo do Machado em um novo camelódromo?

Jesus não é surdo 

Os desembargadores da 26ª Câmara Cível mantiveram decisão de primeira instância que condena a igreja evangélica Assembleia de Deus a pagar indenização por danos morais coletivos de R$ 10 mil por poluição sonora. Um templo da instituição, em Campo Grande,  produzia sons acima do permitido pelas leis ambientais em seus cultos religiosos. No processo, há relatos de fiéis que deixaram de frequentar os cultos por saírem com mal-estar causado pelo som alto.

LANCE LIVRE

O longa metragem “Órfãos” está entre os cinco fi nalistas no Festival de Cinema Independente de Londres (London Independent Film Award - LIFA), com cerimônia de premiação marcada para o próximo dia 21 de abril. Amanhã haverá uma nova edição do “Navedantes”: uma kombi ficará estacionada na porta do Guimas para o lançamento do livro “Corsário”, da editora Dantes.



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