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Almir Chiaratti convida todos a acompanhar a sua folia em "Bloco Triste"

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Como quem enfrenta as mudanças com um sorriso no rosto, Almir Chiaratti lança o single “Bloco Triste”. A canção mostra o amadurecimento do músico, com arranjos mais complexos e uma temática que incentiva a superação do mal estar. Acompanhado pelo violoncelo de Federico Puppi (Maria Gadú), que também produz a faixa, o cantor e compositor carioca mostra que muito mais que botar o bloco na rua, ele quer gingar. Para dar e vender. A canção é um lançamento Sagitta Records e já se encontra nas principais plataformas de streaming.

Porém, para chegar nesse ponto de olhar nos olhos dos problemas e enfrentá-los, Almir teve que se reinventar de diversas formas, como visto nos trabalhos anteriores “Triz” e “Terceiro Turno”. “Eu acho que o famoso verso do Sérgio Sampaio: ‘eu quero é botar por meu bloco na rua’ foi um ponto de partida inconsciente pra essa canção. Ela fala sobre essa fé que a gente tem no progresso. De que o futuro tende a ser melhor que o presente. Mas ao mesmo tempo ela afirma uma necessidade de mudanças de hábitos, o que nem sempre é um movimento fácil”, explica Almir Chiaratti.

Expor essa mudança foi a forma encontrada pelo músico para potencializar a celebração do “bem estar”. Funcionou como se ele reunisse seus amigos e criasse uma espécie de bloco dos descontentes, em um movimento de transvaloração da tristeza como potência transformadora, em vez de romantizar as “bad vibes”.

O bloco que o acompanha é composto de músicos talentosos, que tiveram papel fundamental na criação da faixa: “Minha banda, Antônio, Mateus, Eric e Edu participaram dos arranjos e foi num ensaio com eles que eu senti que a música aconteceu e estava pronta para ser produzida. O Puppi é um artista incrível que conheci quando trabalhamos juntos na ‘Triz’ (ele gravou o cello). De lá pra cá fomos nos aproximando, eu acabei dirigindo o clipe do single do novo CD dele e firmamos a parceria para produzir essa canção juntos. Contei com a soma mágica nas percussões com o Marco Lobo e convidei o Eduardo Rezende para escrever o arranjo de metais”.

O mesmo movimento alegre no descontentamento que trouxe Almir Chiaratti até neste single o levará ao próximo CD, ainda sem data de lançamento. Para os ansiosos, Almir adianta: “Pensando no que nos tornaremos enquanto espécie e para onde caminharão nossas ideias. Vai ser diferente de tudo que já fiz dessa vez misturando o eletrônico e o orgânico com a canção”, adianta.

O single conta com voz e violão de Almir Chiaratti; violoncelo de Federico Puppi; percussões de Marco Lobo e Antônio Macalão; bandolim de Eric Lino; contrabaixo acústico, de Edu Simões; o sax alto e arranjo de metais, do Eduardo Rezende; o Sax Tenor, de Mateus da Silva; o trompete, de Thiago Garcia; e o trombone, de Ciça Salles. A mixagem foi feita por Vinicius Castro e a masterização ficou por conta de por Luiz Tornaghi.



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