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Crítica: "O grande hotel Budapeste" sobrevive na publicidade e na moda

Vencedor do Urso de Prata de Berlim, o longa de Wes Anderson é suprassumo do velho luxo

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“Ainda há um lampejo de civilização no açougue bárbaro que se tornou a humanidade”. Essa máxima, proferida pelo Monsieur Gustave (Ralph Fiennes) algumas vezes ao longo da projeção, revela exatamente o que existe por trás da comédia “O Grande Hotel Budapeste” (The Grand Hotel Budapeste, Fox Searchlight Pictures, 2014), vencedor do Urso de Prata no último Festival de Berim e que entra hoje em cartaz nos cinemas. O diretor Wes Anderson (Os Excêntricos Tenenbaum, A Vida Marinha de Steve Zissou, Viagem a Darjeeling), um dos nomes mais criativos e incensados da Hollywood atual, tece uma deliciosa comédia na qual o personagem principal é um concierge de um hotel de luxo na fictícia Zubrowka, na Europa do Leste, antes desta passar pelas agruras da revolução e mudar para sempre com a guerra. (CONTINUE LENDO AQUI E CONFIRA AS FOTOS)

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