Jornal do Brasil

Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

Heloisa Tolipan

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Yanna Lavigne lembra críticas por relacionamento com Bruno Gissoni e pede união entre mulheres

Mãe de Madalena, a atriz falou das opiniões durante sua gestação: "Não tomou pílula porque não quis"

Karina Kuperman

Yanna Lavigne mantém uma ótima relação com Bruno Gissoni - pai de sua filha, Madalena - e com quem já descartou uma reconciliação. Apesar disso, volta e meia ela sofre com os julgamentos de pessoas que não a conhecem. Pelo menos foi o que ela contou em uma postagem em suas redes sociais. "Já passei por muita coisa nessa vida, tipo barra pesada. Me acho forte. Quer dizer, médio forte. Por exemplo: não sei onde estará minha fortaleza quando Madá num rompante de raiva disser 'mãe, te odeio' ou sou forte o suficiente pra ter certeza que, criada por mim, ela nunca o fará", disse.

Bruno comenta semelhança de Madalena com Yanna
Bruno comenta semelhança de Madalena com Yanna

A atriz foi além e criticou a falta de união entre o sexo feminino. "Nós mulheres somos assim, temos o mundo nas mãos, mas desconhecemos esse poder. Ou pior, fraquejamos sem se quer acreditar nele, gongamos outras, julgamos algumas, incrédulas manipulamos sentimentos, forçamos sensações, negamos nossa intuição nata, anulamos umas às outras. Nego quando sei que você é meu espelho, mas me finjo de cega pra pegar seu namorado sem culpa. Nego quando acredito nas pessoas, mas quando vejo você gestando logo solto: 'Acha que barriga segura homem'. 'Não tomou pílula porque não quis'. 'Essa só queria pensão'. 'Ela perdoou, como é idiota...'. Nego quando opino na relação da outra, sendo que essa relação não diz respeito a mim", lamentou. "A gente nega nosso poder o tempo todo diminuindo o poder das próximas...Se acha poderosa deixando outra pra trás...Respeite! As diferenças, o que está fora do seu alcance de entendimento, apenas, respeite! Respeite-se, respeite-me, respeite-a! Não faça com as outras o que não gostaria que fizessem com você", pediu.

 "Se eu pudesse me inspirar em alguém, seria em mim... então pera aí... Eu sou forte pra caceta! Amo quando mulheres alimentam outras mulheres a amarem a si mesmas. É assim que funciona: quando uma mulher resolve curar-se, ela se transforma em uma obra de amor e compaixão. Ela não se torna saudável apenas para si, mas também a todas a sua volta. Que tenha início, meio e final feliz! Caminhemos lado a lado!", disse.

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