Jornal do Brasil

Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Heloisa Tolipan

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Crítica: "O grande hotel Budapeste" sobrevive na publicidade e na moda

Vencedor do Urso de Prata de Berlim, o longa de Wes Anderson é suprassumo do velho luxo

“Ainda há um lampejo de civilização no açougue bárbaro que se tornou a humanidade”. Essa máxima, proferida pelo Monsieur Gustave (Ralph Fiennes) algumas vezes ao longo da projeção, revela exatamente o que existe por trás da comédia “O Grande Hotel Budapeste” (The Grand Hotel Budapeste, Fox Searchlight Pictures, 2014), vencedor do Urso de Prata no último Festival de Berim e que entra hoje em cartaz nos cinemas. O diretor Wes Anderson (Os Excêntricos Tenenbaum, A Vida Marinha de Steve Zissou, Viagem a Darjeeling), um dos nomes mais criativos e incensados da Hollywood atual, tece uma deliciosa comédia na qual o personagem principal é um concierge de um hotel de luxo na fictícia Zubrowka, na Europa do Leste, antes desta passar pelas agruras da revolução e mudar para sempre com a guerra. (CONTINUE LENDO AQUI E CONFIRA AS FOTOS)

colunaheloisatolipan@gmail.com

Tags: a vida marinha com steve zissou, adrian bordy, alexandre desplat, belle époque, bill murray, bob balaban, buster keaton, cartoon, charles chaplin, cinema, cinema mudo, comportamento, direção de arte, downton abbey, edward norton, o grande hotel budapeste

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