Jornal do Brasil

Quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Heloisa Tolipan

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Surreal tropical: Luana Piovani é a rainha do Baile do Copa. Vem ver os famosos!

Com o dadaísmo tomando conta do badalo,, HT investiga o que seria surreal na Cidade Maravilhosa

Paris é uma festa, já dizia Ernest Hemingway sobre os loucos anos 1920 na Cidade-Luz. Mas, se considerarmos a noite passada no Rio, a máxima do escritor norte-americano pode ser perfeitamente adaptada para a Cidade Maravilhosa. Com o nome de Dada Magic Ball, o Baile do Copacabana Palace trouxe o non-sense do movimento artístico encabeçado por Salvador DalíTristan TzaraHans Arp e Man Ray. Mas, como Dada (que significa cavalo de madeira) era muito mais conceito do que expressão de arte no sentido formal, o set decoratorZeka Marquez misturou seus cânones com outro estilo que veio logo a seguir, encabeçado pelo próprio Dalí: o surrealismo. E se Zeka insiste na ideia de que o tema é fundamental para questionar o momento atual do Rio (“tudo um absurdo, dos aeroportos cobertos de tapumes aos preços fora da realidade, passando pela sujeira e o caos no trânsito”, segundo ele), o resultado daquilo que foi visto nos salões é literalmente surreal. (CONTINUE LENDO AQUI, CONFIRA AS FOTOS E DEIXE SUA OPINIÃO).

colunaheloisatolipan@gmail.com

Tags: baile do copa, copacabana palace, dadaísmo, heloisa tolipan, luana piovani, mudança de nome, zeka marquez

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