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O Carnaval de rua do Rio pede passagem!
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Durante tantos meses, tantos dias, tantas manhãs, ele acorda sempre o mesmo: advogado, médico, professor, engenheiro ou qualquer função que o mundo real lhe ensinou a buscar. Chega fevereiro, e com este mês diferente, mais enxuto (e também mais quente), chega também a aura encantada da fantasia. O advogado vira pirata. O médico vira cigano. O professor vira homem das cavernas. O engenheiro vira palhaço. Enfim, o homem vira folião. Acorda cedo por outros motivos: para ser irrepreensivelmente feliz.
Pelas ruas, encontra outros seres encantados de momento, como fadas anônimas, baianas malemolentes, odaliscas dos sonhos. Ao fundo, um som que contagia: tamborins, surdos e chocalhos anunciam que o bloco, minha gente, vai passar.
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