Jornal do Brasil

Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

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Delegado e Minc falam sobre vazamento na Bacia de Campos

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Passadas quase duas semanas do início do vazamento de óleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos, os órgãos responsáveis por fiscalizar a operação das empresas que extraem petróleo da costa brasileira ainda não se entenderam sobre o volume de óleo que ameaça a biodiversidade brasileira.

Enquanto para o secretário estadual de ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, o vazamento foi de cerca de 25 mil barris de petróleo, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) alega que o derramamento tenha sido de no máximo 3 mil barris.

Na manhã desta segunda-feira (21), o secretário esteve na sede da PF, para oferecer ajuda ao delegado Fábio Scliar, da PF, na apuração do caso.

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Comentários

1 comentário
  • eng. químico Guilherme Souto, Mucuri - BA

    É preciso entender de forma simples e clara que o uso de dispersante somente mascara o problema pois mantem o óleo emulsionado na água (esconde o óleo).
    É fácil entender: o dispersante age como um detergente (tenso-ativo)...quando misturamos o óleo da nossa cozinha com água, ele não se mistura e acaba por "flutuar" sobre a água. Quando adicionamos à essa mistura de água-óleo uma porção de detergente, o óleo se dispersa ou se "emulsiona" na água, tornando-se invisível...mas ainda continua lá...disperso na água....é o famoso "me engana que eu gosto".

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