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FAB faz lançamento de cão paraquedista




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Lamentável este acontecimento, sem nenhuma necessidade, não temos guerras iminentes e tampouco para treinar nossa tropa é preciso envolver animais. Sabe-se que a queda de grande altitude é um evento traumático até para os mais experientes, pululam na internet vídeos com as consequências mais brutais, que alguns usam para provocar risos, esse cão pode ter quebrado a pata ou as patas, o pescoço ou a boca e o focinho, é mais um exemplo de brutalização feita pelos militares. Imaginem, temos casos de recrutas que morrem em quarteis fazendo exercícios físicos extenuantes, que dirá com um cão, que deve sofrer horrores inomináveis até aprender os "truques" do dono.
A utilização de cães de temperamento apropriado e adequadamente treinados é rotina bem conduzida pelas Forças Armadas dos Países desenvolvidos no Mundo e no Brasil. Nada há de lamentável nesse episódio, pelo contrário. O aprendizado do cão é feito paulatinamente, sem traumas nem medo. Esse trabalho é apenas mais uma faceta da utilidade do cão como Elemento de Cultura. O primeiro rottweiler a saltar de paraquedas pelo Exército brasileiro foi Frísans Astho Centauri, doado ao Exército Brasileiro na década de 70 sob intermediação do então Sargento Flavio Ribas, conhecido adestrador e expositor de cães de raça.
A utilização de cães de temperamento apropriado e adequadamente treinados é rotina bem conduzida pelas Forças Armadas dos Países desenvolvidos no Mundo e no Brasil. Nada há de lamentável nesse episódio, pelo contrário. O aprendizado do cão é feito paulatinamente, sem traumas nem medo. Esse trabalho é apenas mais uma faceta da utilidade do cão como Elemento de Cultura. O primeiro rottweiler a saltar de paraquedas pelo Exército brasileiro foi Frísans Astho Centauri, doado ao Exército Brasileiro na década de 70 sob intermediação do então Sargento Flavio Ribas, no Rio de Janeiro, conhecido adestrador e expositor de cães de raça.