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Portal Terra SÃO PAULO - O Consórcio Via Amarela, responsável pelas obras da estação Pinheiros do Metrô, em São Paulo, divulgou hoje relatório independente no qual questiona o laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que apontou como causas do acidente falhas na execução e na fiscalização da obra pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). O acidente, ocorrido em 12 de janeiro do ano passado, abriu uma cratera no local e deixou sete mortos. Segundo o relatório do consórcio, o acidente 'foi causado pela ocorrência de 3 fatores geológicos' simultaneamente 'somados à imprevisibilidade'. O relatório diz ainda que os responsáveis pela obra trabalharam 'dentro da mais absoluta margem de segurança' e que 'não era possível prever o colapso'. Segundo o consórcio, mesmo efetuando 'mais de 20 sondagens no local', número que seria superior ao indicado, não foi possível identificar os problemas apontados pelo IPT. O consórcio rebateu também 11 fatores apontados pelo relatório do IPT. Uma das inconsistências apontada como grave é "a inexistência de gestão de risco, planos de contingência e de emergência na obra." A Via Amarela diz que atendeu 100% das exigências previstas no contrato da obra e que plano de emergência implantado pelo consórcio foi "fundamental para a retirada, com êxito pleno e total segurança, dos moradores de casas vizinhas à obra".
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